Neste final de semana, tirei minhas horas para fazer o que faço melhor, nada. Dormi pra caramba, e ainda estou com sono, e assisti muita televisão. Por uma conjuntura de questões, foi quase uma overdose de Princesa Leia, ou melhor, da atriz que a interpretou, Carrie Fisher.
Assisti seu show autobiografico, Wishful Drinking, e suas entrevistas sobre uma de suas madrastas, a recém-falecida Elisabeth Taylor. Dado que Carrie foi uma sex symbol para um bocado de gente, isso pode soar estranho, mas deve ter sido difícil crescer naquela família sendo a patinho feio.
O pai da menina era tudo, menos bobo. Além de Taylor e da mãe de nossa personagem do dia, que para que não sabia, como eu até agora pouco, foi a estrela de Cantando na Chuva - musical que devo admitir que gostei, inclusive pela performance original de Sempre Rir, aquela mesma que foi cantado pelo Bozo durante muito tempo -, como pode ser visto no trailer abaixo, andou casando com misses e outras belas senhoras.
Os padrastos não eram menos espertos. Um deles serviu de inspiração para o personagem de Alec Baldiw em Uma Loira em Minha Vida e, consequentemente, a citada loira, cujo codinome na meca do cinema era "O Corpo" - no filme Kim Bassinger -, também rodeava Carrie.
Difícil não, quase impossível crescer sem a sensação de ser a feinha da família. Não que fosse um bagulho, mas concorrência era da pesada. Problemas psicológicos ela teve de monte, só não sei se se pode dizer que essa foi a causa. Apostaria que, se não foi a principal, já que não apenas a beleza a rodeava, mas todo um ambiente conturbado, algo teve a ver com suas internações durante a vida.
Resta-nos algumas imagens para comparar:
Apenas alguns pensamentos sobre as coisas que acho que sei ou sobre as quais não tenho a mínima idéia
domingo, 27 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
Se fôssemos um país sério...
...é óbvio que quem estaria com a batata assando era o Mantega, mas como estamos no Brasil.
sábado, 19 de março de 2011
Para nós, eleitores paulistas, que infringimos Tiririca ao Brasil ...
... Chalita até que é um mal menor, mas cabe guardar na memória este texto. Pode ser que, dentro de alguns anos, ele passe a ser o político com o pai mais pobre e mais analfabeto da história desse pais.
Não seria a primeira plástica autobiográfica feita nestas paragens, não é mesmo?
Não seria a primeira plástica autobiográfica feita nestas paragens, não é mesmo?
De outros carnavais
Algumas semanas escrevendo macros, e um Carnaval no meio do caminho, fizeram que as leituras deste blogueiro, e postagens consequentemente, ficassem completamente defasadas. Aos poucos vou retomando o ritmo.
Eis que vejo no A Mão Visível uma crítica, que não coaduno, à Total Eclipse of the Heart. A música não é o importante, mas sim a performance do Hurra Torpedo. Lembrou-me um carnaval em Caconde quando, ao comprar algo na loja que ficava exatamente abaixo da cozinha da sobreloja que havíamos alugado como alojamento, perguntaram-me quem tocava bateria entre nós.
Pelo visto, era uma homenagem a uma banda que nem sabíamos existir.
Eis que vejo no A Mão Visível uma crítica, que não coaduno, à Total Eclipse of the Heart. A música não é o importante, mas sim a performance do Hurra Torpedo. Lembrou-me um carnaval em Caconde quando, ao comprar algo na loja que ficava exatamente abaixo da cozinha da sobreloja que havíamos alugado como alojamento, perguntaram-me quem tocava bateria entre nós.
Pelo visto, era uma homenagem a uma banda que nem sabíamos existir.
sábado, 12 de março de 2011
Tecnologia? Melhor as contemporâneas às ultrapassadas
Como vemos, os meios de produção de energia mais baratos não são tão em conta assim. Imaginemos quanto custará a contenção de danos e as medidas paliativas para contenção de riscos à vida de pessoas e ao do meio ambiente.
Por isso, repito. Melhor seria se o Brasil seguisse utilizando as formas alternativas de energia que só utilizam as forças provenientes da radiação solar, mediada ou não, e esquecer esses sonhos nucleares no lugar de onde não deveriam ter saído, a gaveta dos projetistas de novas usinas.
Por que voltar ao uso de tecnologias que começaram a ser abandonadas pelos países ricos no terceiro quartil do século passado? Queremos, a todo custo, provar a alguém que somos mesmo atrasados?
Por isso, repito. Melhor seria se o Brasil seguisse utilizando as formas alternativas de energia que só utilizam as forças provenientes da radiação solar, mediada ou não, e esquecer esses sonhos nucleares no lugar de onde não deveriam ter saído, a gaveta dos projetistas de novas usinas.
Por que voltar ao uso de tecnologias que começaram a ser abandonadas pelos países ricos no terceiro quartil do século passado? Queremos, a todo custo, provar a alguém que somos mesmo atrasados?
(erro ortográfico corrigido em 22/07/2011)
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Colocando as coisas em perspectiva
Segundo apontou Celso Ming, no Estadão de domingo, o mesmo valor, fictício, que o governo espera cortar do orçamento deste ano é o gasto feito para importar inflação, 50 bilhões.
E ainda há quem diga que é um governo pró-povo, pode?
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Aumentos no transporte
Está aqui uma das lutas que parecem justas, mas não estou nem um pouco a fim de lutar.
Tarifas de transporte são, no campo utópico, uma das coisas que não deveriam existir. Limitam o direito fundamental de ir e vir, aumentam o custo total da sociedade e impactam mais quanto mais pobre for o usuário. Só que, como quase tudo em que os sindicatos põem as mãos, a luta está completamente partidarizada, o que é muito diferente, e pior, do que politizada.
Dando nome aos bois, Luiz Marinho, o prefeito de São Bernardo e queridinho do PT paulista - que investiu mundos e fundos para que este capturasse a prefeitura -, reajustou os ônibus da minha cidade de 2,3 reais para 2,9, majoração maior, portanto, do que os da prefeitura (ônibus) e estado (metrô e trens metropolitanos) de São Paulo. Alguma palavra na mídia ou passeata nas ruas? Para encurtar, não.
Abro o jornalzinho Metrô News hoje e há uma convocação assinada por várias entidades para Ato Contra Aumento das Tarifas, alguma citação a Marinho? Para encurtar, não.
Então ficamos assim, quando a causa for política, e não querendo dividendos partidários, corre o risco de ter meu apoio. Caso contrário, prefiro ficar no conforto de meu sofá velho.
Se liga Brasil
Folha artificial, algo que poderia quebrar toda a cadeia de agroenergia naciaonal. E não tenho notícias de que ela está sendo pesquisada por aqui.
Será que deixaremos a cabo da sorte a manutenção de milhares de empregos?
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
E, finalmente ...
... os jornais explicam o que o governo anda fazendo. Estou comentando com um certo atraso, mas eles estão ainda mais retardatários do que eu.
E, voltando ainda mais ao passado e descontando todas as mudanças estruturais que ocorreram desde aquele tempo, continuo pensando que o prefiro valorizado.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Comentário ao texto alheio
Talvez as vontades do amigo Xinxa estejam próximas de virarem realidade.
Com as novas baterias prometidas pela Planar, os possantes ficariam muito mais barato, pois:
Com baterias watt por grama seis vezes menos custosas, a Tesla poderia desde já cumprir a sua promessa.
É ver para crer.
Vocês lembram que, em 1998,...
... José Dirceu pediu impeachement por alegado estelionato eleitoral de FHC?
Que será que está dizendo disso agora?
Sendo todos neófitos no governo, Dilma, Mantega e companhia podem usar a saída à Zagallo, mas é muita cara de pau.
Diz aí Lobo:
Que será que está dizendo disso agora?
Sendo todos neófitos no governo, Dilma, Mantega e companhia podem usar a saída à Zagallo, mas é muita cara de pau.
Diz aí Lobo:
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Incentivos
Se colocassem uma dessas em cada central de atendimento ao público e retirassem 25 reais do bolso do atendente (acho que é essa a taxa de câmbio atual) para cada atendimento ruim, seríamos o paraíso dos clientes.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Brasil: potência exportadora
Ou seria importadora de idéias na contabilidade?
Só sei que a contabilidade criativa está prosperando muito nas vizinhanças.
Aquilo é um corno
Foi com essa expressão que um colega baiano respondeu-me a minha pergunta de como estava a administração Wagner.
Pensei cá comigo, será que está tão ruim assim. A resposta pode ser inferida da reportagem abaixo.
Há algum tempo, li que a expressão corno surgiu do fato de que, se descobrisse e nada fizesse, os maridos traídos eram punidos com chibatas no Pelourinho da cidade, usando um chapéu com chifres. Existem explicações mais poéticas, como essa, mas a raíz da coisa está na falta de atuação, por desconhecimento ou por omissão.
Nesse sentido, alguém que não está atuando na segurança ou, segundo o especialista ouvido na matéria, em qualquer outra área de interesse social bem que merece a alcunha.
Imagino que o colega baiano deva estar bradando agora:
-Aquilo é corno e meio.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Cuidado com o que se pretende
"Anunciou que não deixará o cargo antes do fim do mandato e que não pretende sair do país, onde pretende morrer".
Na situação dele, preferiria não dar idéias.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Contabilidade criativa
Não poderia ser mais apropriado o nome do pode vir a ser o "livro" do Mantega: Manual da Contabilidade Criativa.
O oximoro é muito adequado aos métodos daqueles que cuidavam da contabilidade da Enron, do Panamericano e fizeram com que aparecem bilhões de reais de receita para o governo (se eu tiro de uma mão e passo para a outra de um mesmo dono trata-se de receita, não?).
Os dois primeiros casos foram considerados tão criativos que muitos chama de fraude. O terceiro não tenho certeza ainda, mas pode ser que uma olhadinha mais apurada diga o mesmo.
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