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sábado, 15 de agosto de 2009

Conexão Tréveris-Caracas



O vídeo acima, parte do The Soviet Story, de Edvins Snore, mostra as semelhanças entre os gêmeos siameses, comunismo e nazismo, que levam a um fim previsível. A luta por um novo homem resulta sempre no extermínio do que é considerado antigo.
Muitos fingem esquecer, mas nazi é uma corruptela do nacional-socialismo, em seu som alemão. É o socialismo feio, que nenhum intelectual sério defende, enquanto o outro ainda tem muitos admiradores, aqui e alhures. Alguns até o querem implantado, em pleno século XXI. A Venezuela, por exemplo, reformou seu sistema educacional. Quer formar o novo homem desde criancinha. Quer que a ideologia assassina, capaz de fazer pessoas inteligentes como Bernard Shaw, que já celebrei aqui como um dos melhores frasistas da história, elogiar o genocídio dos inadequados.
O pior que há no Brasil quem queira juntar-se aos loucos que, depois de conhecer a maioria dos crimes do socialismo, defendem esse sistema homicida. Existem ainda partidos políticos ostentando socialismo ou comunismo em seus nomes. Há juventudes comunistas e há a UNE, cujos membros defendem o controle estatal das universidades, mesmo privadas.
Não sei qual é a maior tristeza. Ter havido tanta miséria ou saber que há quem quer ressuscitar o que a causou.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Ditadorezinhos do futuro

O blog do Noblat traz hoje um artigo que é a cara dos chamados progressistas, aqueles que querem ser aclamados enquanto nos escravizam.
Assinado por uma diretora da UNE pela tese "Mudança e Movimento" (diretora pela tese? O que será que isso significa?), Thalita Martins, tem como tese principal: "a defesa de uma educação popular, democrática e pública deve estar na pauta do dia do movimento estudantil brasileiro e da UNE. Popular no conhecimento, no foco. Democrática em seu acesso, permanência, na sua relação e organização interna e envolvimento com a sociedade. E pública na sua oferta, no seu acesso, nos seus fins. E o caráter público e popular também deve se fazer presente nas instituições pagas, juntamente com a qualidade e a democracia."
Excluindo-se o fato de que a educação no Brasil já é por demais regulada , com o MEC dizendo o que as escolas devem ou não ensinar e reconhecendo os cursos ao seu bel prazer, observa-se no texto da moça um forte ranço anti-mercado, natural vindo de um membro de uma entidade controlada pelo Partido Comunista Brasileiro. Dizendo querer democratizar a educação, quer estatizar entidades privadas, sem devida reparação pecuniária, pelo que pude inferir, tirando dos empresários o controle sobre as suas instituições.
O título é, para não deixar dúvidas, "Educação não é mercadoria". Inúmeras instituições de ensino superior são comercializadoras de diploma em um mercado ilegal. O exemplo: as Faculdades Unidas de Pernambuco. A educação deve ser um processo emancipatório enquanto indivíduos ou classe. O governo Fernando Henrique fez uma lei que pune os inadimplentes.
Como vemos, as raízes de uma revolução do tipo bolivariana estão lançadas nos nossos universitários, pelo menos naqueles que têm voz na entidade que diz representar o pensamento dos estudantes do Brasil.
Diz a estudante que: "A educação na sociedade capitalista é construída para manter o status social e econômico vigente, refletindo a sociedade que a produz."
Neste aspecto concordo com ela e fico triste. Olha só o que vem produzindo o nosso sistema educacional. Intervencionistas que não respeitam os direitos alheios de negociar. Os ditadorezinhos do amanhã seguem mostrando a cara hoje, basta reconhecê-los.

Para quem quiser mais exemplos do modo de pensar estudantil, vai abaixo entrevista da recém desempossada presidente da UNE.


Alguns erros de digitação foram excluídos e uma palavra que havia sido omitida (em vermelho) foi colocada em uma atualização que ocorreu às 15:10hs do dia 12/08/2009.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

A falha pode ter sido minha

Nunca fui atrás do tema, nem tinha curiosidade a respeito, mas o noticiário sobre a UNE chapa-branca fez-me lembrar de um fato: nos muitos anos em que frequentei duas universidades diferentes de São Paulo, nunca tive notícia de eleição para a entidade, por indireta que fosse.
Só isso mostra que as coisas não eram divulgadas junto à massa dos alunos, ficando uma patotinha como dona da mística dos estudantes, sem nem ao menos ouvi-los.
Diz muito sobre como a União Nacional dos Estudantes virou isso aí.