Hoje é aniversário do Partido dos Trabalhadores, data a não ser comemorada.
Três décadas atrás, um bando de intelectuais simpatizantes do marxismo e outro de sindicalistas juntou-se para formar esse que foi uma força regressiva em toda sua história, apesar de chamar-se, ainda no presente, de progressista. Foi contra a Constituição de 1988, a estabilização econômica de 1994 e defende medidas econômicas inspiradas nas tomadas pelos militares da década de 70 do século passado.
É muita ingenuidade pedir que isso ocorra, mas farei mesmo assim: que esse partido regressivo morra de fato, seguindo assim as bandeiras por ele defendidas.
Apenas alguns pensamentos sobre as coisas que acho que sei ou sobre as quais não tenho a mínima idéia
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Roupa suja lava-se em casa?
Parece que não.
Ao menos não é assim no mundo internético da política. Bastou José Serra ser citado pela veneranda The Economist e a patrulha ficou agitada. As mentiras que se contam aqui, foram também colocadas lá.
Como bem diz o artigo inglês, Serra é um desenvolvimentista, o que, consequentemente, não o faz meu candidato ideal, mas, como as alternativas são ou lulistas ou utopistas, tornou-se o meu único candidato possível, o mal menor. Não venho aqui, entretanto, para defendê-lo, mesmo porque ele não precisa da minha defesa, é macaco velho, muito mais do que eu.
Apenas escrevo para mostrar meu assombro quanto ao aparato do que o Reinaldo Azevedo chama de lavanderia de reputações (que, quando necessário, suja mais sujo também). A The Economist não influenciará em nada as eleições nacionais, tampouco os comentários feitos em uma matéria escondida no seu site, porém os mistificadores de Lula querem fazê-lo maior do que é a qualquer custo, amorimicamente. Se puder rebaixar outros no caminho, melhor.
É triste, e teremos que conviver com isso durante muito tempo ainda, qualquer que seja o presidente em 2011.
Ao menos não é assim no mundo internético da política. Bastou José Serra ser citado pela veneranda The Economist e a patrulha ficou agitada. As mentiras que se contam aqui, foram também colocadas lá.
Como bem diz o artigo inglês, Serra é um desenvolvimentista, o que, consequentemente, não o faz meu candidato ideal, mas, como as alternativas são ou lulistas ou utopistas, tornou-se o meu único candidato possível, o mal menor. Não venho aqui, entretanto, para defendê-lo, mesmo porque ele não precisa da minha defesa, é macaco velho, muito mais do que eu.
Apenas escrevo para mostrar meu assombro quanto ao aparato do que o Reinaldo Azevedo chama de lavanderia de reputações (que, quando necessário, suja mais sujo também). A The Economist não influenciará em nada as eleições nacionais, tampouco os comentários feitos em uma matéria escondida no seu site, porém os mistificadores de Lula querem fazê-lo maior do que é a qualquer custo, amorimicamente. Se puder rebaixar outros no caminho, melhor.
É triste, e teremos que conviver com isso durante muito tempo ainda, qualquer que seja o presidente em 2011.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Cá, como lá
Populismo barato, como vemos, não é exclusividade dos EUA. Aqui também se quer controlar os salários e, principalmente, gratificações dos banqueiros.
O que é bom no "Gigante do Norte" ninguém quer copiar, basta aparecer uma idéia de jerico e espalha-se nas criativas mentes sem pecado do lado de baixo do Equador como fogo na palha.
E assim caminha a humanidade.
O que é bom no "Gigante do Norte" ninguém quer copiar, basta aparecer uma idéia de jerico e espalha-se nas criativas mentes sem pecado do lado de baixo do Equador como fogo na palha.
E assim caminha a humanidade.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Não são só o Obama e o Sarkozi
Lula dá suas olhadinhas ( ou once overs, como eles dizem lá) também.
Como vemos, os chfes de governo costumam ser feitos da mesma substância, independentes da sua popularidade.
Eu também dou estas quebradas de pescoço eventualmente. Será que tenho chances de ser presidente do Brasil um dia?
Observação: caso a incorporação de vídeos não esteja funcionando, você pode vê-lo diretamente no Youtube.
Não é pura mitologia
Realmente existem os carros do Google Maps Street View. Vi um estacionado ontem, ao andar pela região do Jabaquara.
O único galho é que o próprio Google não mostra o Brasil como uma das localidades percorridas por seus veículos?
Será que ando a ter visões ou que alguém resolveu antecipar o carnaval de seu possante, fantasiando-o?
A conferir, brevemente.
O único galho é que o próprio Google não mostra o Brasil como uma das localidades percorridas por seus veículos?
Será que ando a ter visões ou que alguém resolveu antecipar o carnaval de seu possante, fantasiando-o?
A conferir, brevemente.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Fuma, desgraçado
O Hômi não foi parar no UPA, mas no hospital chique de Recife, caso clássico de hipocrisia, mal muito mais crônico, no caso, do que hipertensão.
Dados os motivos normalmente alegados para uma crise de pressão alta, como excesso de trabalho (impossível) e muito stress, só posso acreditar que a causa só pode ser o vício do presidente.
Então o meu conselho é o seguinte: fuma mais, desgraçado, fuma.
Dados os motivos normalmente alegados para uma crise de pressão alta, como excesso de trabalho (impossível) e muito stress, só posso acreditar que a causa só pode ser o vício do presidente.
Então o meu conselho é o seguinte: fuma mais, desgraçado, fuma.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Um antes e outro depois
Vídeo bacaninha que antevê a dor de cabeça que sentiremos devido a nossa política "anticíclica".
Preparem a medicação contra ressaca.
Preparem a medicação contra ressaca.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
O crack do povo
Muito boa metáfora sobre o marxismo: é tão ruim quanto as outras religiões, mas mata mais rápido.
Lembrando, criar um novo homem passa por exterminar o velho.
Lembrando, criar um novo homem passa por exterminar o velho.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Dar um monte de armas para bandoleiros?
Certíssimo está o general: Não, é a única resposta possível.
A alternativa seria uma sequência ainda maior de distúrbios armados por aquelas bandas.
A alternativa seria uma sequência ainda maior de distúrbios armados por aquelas bandas.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Dirigindo por São Paulo ...
Durante a chuva de domingo, perguntei-me:
Que fazem os britânicos que ainda não lançaram esse carro por aqui ainda?
Ganhariam fortunas.
Que fazem os britânicos que ainda não lançaram esse carro por aqui ainda?
Ganhariam fortunas.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Resultado de inúmeras revoluções
Nessa semana, ouviu-se muitas elegias ao povo haitiano devido a suas muitas qualidades - criatividade, amabilidade, etc - e, sobretudo, por ter sido o primeiro país onde se concretizou uma revolução social nas Américas, tendo os escravos sobrepujado seus senhores na Revolução Haitiana, que, durante décadas, atemorizou donos de escravos por todo o mundo.
Parasse por aí, tudo bem, haveria nobreza de propósitos e grande número de beneficiados, mas a coisa virou uma revolução permanente, com resultados muito distintos, para não variar, dos esperados pelos teóricos socialistas.
Uma revolução é, tirando prováveis exceções que não me recordo agora, o pior que pode acontecer para um povo. Sempre leva a matanças e anarquia - também chamada de Estado de Natureza ou lei do mais forte -, mesmo que momentâneas.
Tomando emprestadas as palavras de Maílson da Nóbrega:
"No mundo, três transformações radicais sobressaem: (1) a Revolução Gloriosa (1688), que extinguiu o absolutismo inglês e levaria a Inglaterra à Revolução Industrial; (2) a Revolução Americana (1776), da qual surgiria a maior potência no século XIX; e (3) a Revolução Francesa (1789), a profunda mudança que substituiria os privilégios da nobreza, do clero e dos senhores feudais pelos direitos inalienáveis dos cidadãos.
Nada desse porte aconteceu no Brasil, nem agora nem antes. A independência foi declarada por dom Pedro, representante da metrópole. A República nasceu de um golpe de estado dado por Deodoro da Fonseca. A Revolução de 1930, a única que talvez possa ter esse título, promoveu mudanças, mas não daquela magnitude. Aqui não se viram rupturas nem violências. O regime militar findou sob negociação."
Essa aversão nacional à revolução, apontada por muitos como conservadorismo excessivo, especialmente pelas correntes esquerdistas, podem ter ajudado a manter os padrões de dominação centenários, porém permitiu uma melhora continuada do padrão de vida desde que aqui nos instalamos. Se a velocidade e a justa distribuição dessa evolução não são como queremos, ao menos não houve recuos, o pior dos mundos.
Ansiar uma revolução para o Brasil é mais um mal que acomete os utopistas, que esperam sempre o melhor mesmo das piores coisas. Qualquer realista teria aprendido com o Haiti as mesmas lições que Roberto Pompeu de Toledo tirou.
É sempre bom pensar bem no que desejamos. Vai que se realiza. O Haiti poderia ser aqui, e poderá.
Parasse por aí, tudo bem, haveria nobreza de propósitos e grande número de beneficiados, mas a coisa virou uma revolução permanente, com resultados muito distintos, para não variar, dos esperados pelos teóricos socialistas.
Uma revolução é, tirando prováveis exceções que não me recordo agora, o pior que pode acontecer para um povo. Sempre leva a matanças e anarquia - também chamada de Estado de Natureza ou lei do mais forte -, mesmo que momentâneas.
Tomando emprestadas as palavras de Maílson da Nóbrega:
"No mundo, três transformações radicais sobressaem: (1) a Revolução Gloriosa (1688), que extinguiu o absolutismo inglês e levaria a Inglaterra à Revolução Industrial; (2) a Revolução Americana (1776), da qual surgiria a maior potência no século XIX; e (3) a Revolução Francesa (1789), a profunda mudança que substituiria os privilégios da nobreza, do clero e dos senhores feudais pelos direitos inalienáveis dos cidadãos.
Nada desse porte aconteceu no Brasil, nem agora nem antes. A independência foi declarada por dom Pedro, representante da metrópole. A República nasceu de um golpe de estado dado por Deodoro da Fonseca. A Revolução de 1930, a única que talvez possa ter esse título, promoveu mudanças, mas não daquela magnitude. Aqui não se viram rupturas nem violências. O regime militar findou sob negociação."
Essa aversão nacional à revolução, apontada por muitos como conservadorismo excessivo, especialmente pelas correntes esquerdistas, podem ter ajudado a manter os padrões de dominação centenários, porém permitiu uma melhora continuada do padrão de vida desde que aqui nos instalamos. Se a velocidade e a justa distribuição dessa evolução não são como queremos, ao menos não houve recuos, o pior dos mundos.
Ansiar uma revolução para o Brasil é mais um mal que acomete os utopistas, que esperam sempre o melhor mesmo das piores coisas. Qualquer realista teria aprendido com o Haiti as mesmas lições que Roberto Pompeu de Toledo tirou.
É sempre bom pensar bem no que desejamos. Vai que se realiza. O Haiti poderia ser aqui, e poderá.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Meia década passou ...
E temos Avatar.
A nostalgia prossegue, o que emergiu não era muito diferente.
Houve espasmos, temos que admitir, mas os campeões de bilheteria ano a ano mostram que o que vende é mesmo efeito especial.
A nostalgia prossegue, o que emergiu não era muito diferente.
Houve espasmos, temos que admitir, mas os campeões de bilheteria ano a ano mostram que o que vende é mesmo efeito especial.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Duas dentro?
Tem toda a pinta de ser mentira, mas está lá escrito, em uma coluna de celebridades, antigamente chamada de fofocas, do Diário Catarinense, Lula teria um caso com Luiza Brunet. Está correndo a internet.
Sendo verdade, o presidente do nunca antes na história desse país destroça a concorrência de figuras ilustres como Clinton e emparelha com o Sarkozi. Seria a primeira bola dentro da semana, pois, se for para fazer errado, faça com estilo.
A segunda foi o de finalmente passar a tratar os militares mortos no Haiti com o respeito que merecem.
Caracteriza-se um recorde, então, nunca na ... eu elogie nosso primeiro mandatário por dois motivos diferentes na mesma semana.
É claro que o primeiro elogio está sub júdice, esperando confirmação factual, mas já é uma novidade e tanto.
Sendo verdade, o presidente do nunca antes na história desse país destroça a concorrência de figuras ilustres como Clinton e emparelha com o Sarkozi. Seria a primeira bola dentro da semana, pois, se for para fazer errado, faça com estilo.
A segunda foi o de finalmente passar a tratar os militares mortos no Haiti com o respeito que merecem.
Caracteriza-se um recorde, então, nunca na ... eu elogie nosso primeiro mandatário por dois motivos diferentes na mesma semana.
É claro que o primeiro elogio está sub júdice, esperando confirmação factual, mas já é uma novidade e tanto.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Será que ele realmente acredita nisso...
... ou é apenas populismo barato?
Bem, o Obama quer aumentar impostos sobre os bancos. Seria uma forma de recuperar "cada centavo que o povo americano tem direito".
Tudo certo, justo, mas não o programa de resgate não se deu através de empréstimos?
É só cobrar as dívidas e as coisas estariam resolvidas, dentro da mais absoluta normalidade.
Da forma como apresenta-se essa nova taxação, parece ser um caso de revanche contra os banqueiros malvados. Nos sabemos, entretanto, quem sempre paga a conta dos tributos impostos aos empresários, não?
Sim, o cliente e, no caso de uma indústria tão ampla como a bancária, toda a sociedade dos Estados Unidos.
Começo a me perguntar se é só no lado de baixo do Equador em que não existe pecado.
Atualização de 16/01/10 - Mankiw observa algum sentido na taxação.
Bem, o Obama quer aumentar impostos sobre os bancos. Seria uma forma de recuperar "cada centavo que o povo americano tem direito".
Tudo certo, justo, mas não o programa de resgate não se deu através de empréstimos?
É só cobrar as dívidas e as coisas estariam resolvidas, dentro da mais absoluta normalidade.
Da forma como apresenta-se essa nova taxação, parece ser um caso de revanche contra os banqueiros malvados. Nos sabemos, entretanto, quem sempre paga a conta dos tributos impostos aos empresários, não?
Sim, o cliente e, no caso de uma indústria tão ampla como a bancária, toda a sociedade dos Estados Unidos.
Começo a me perguntar se é só no lado de baixo do Equador em que não existe pecado.
Atualização de 16/01/10 - Mankiw observa algum sentido na taxação.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Rendimento negativo
Aproveitando a notícia de que o dinheiro emprestado compulsoriamente ao governo teve, novamente, rendimento negativo, deixo aqui a dica para que leiam este texto antigo sobre o tema.
O tempo passa, o tempo voa, mas a exploração do assalariado continua numa boa, e não é pelo patrão.
O tempo passa, o tempo voa, mas a exploração do assalariado continua numa boa, e não é pelo patrão.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
A resposta de Reinaldo Azevedo...
... para a pergunta do dia 5:
Porque somos uma república de bananas.
E, como todas as demais republiquetas do tipo, sofreremos durante gerações as agruras provocadas pelas escolhas pessoais de um mandatário.
Mas, ao menos nesse caso, não poderemos reclamar. Foi a maioria que escolheu a cabeça coroada.
O pior com exceção de todos os outros, como dizia Churcill, o sistema democrático nos prega dessas peças.
Porque somos uma república de bananas.
E, como todas as demais republiquetas do tipo, sofreremos durante gerações as agruras provocadas pelas escolhas pessoais de um mandatário.
Mas, ao menos nesse caso, não poderemos reclamar. Foi a maioria que escolheu a cabeça coroada.
O pior com exceção de todos os outros, como dizia Churcill, o sistema democrático nos prega dessas peças.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Fracasso? Infelizmente ainda não
A primeira semana já o indicava, o fracasso de bilheteria mostrava sua cara feia. O Lauro Jardim até apontou, hoje, possíveis razões para ele. Mas o problema é que o que é ruim para os bolsos dos produtores pode não ser para o financiador.
A louvação está feita, como vista no vídeo abaixo, e a falta de dinheiro tende até a acelerar a chegada da obra à TV.
Não ficaria admirado caso a Globo, que aparentemente já comprou os direitos de exibição, venha a exibi-lo uma ou duas semanas antes da eleição deste ano.
Já está provado que não temos um filme "oscarizável". Não temos um blockbuster. Será que teremos uma grande peça de propaganda?
A louvação está feita, como vista no vídeo abaixo, e a falta de dinheiro tende até a acelerar a chegada da obra à TV.
Não ficaria admirado caso a Globo, que aparentemente já comprou os direitos de exibição, venha a exibi-lo uma ou duas semanas antes da eleição deste ano.
Já está provado que não temos um filme "oscarizável". Não temos um blockbuster. Será que teremos uma grande peça de propaganda?
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Diversão à Italiana
Assisti, na sexta-feira, um remake da minha comédia preferida, O feitiço do tempo.
Intitulado Hoje é ontem, é algo totalmente inesperado, não é sempre que se refilma um grande sucesso hollywoodano em outro país, ou ao menos não é comum se encontrar essas obras na nossa TV, mesmo que por assinatura.
O enredo é o mesmo, mas as climatizações o fazem, na minha opinião, mais bonito. Sai Punxsutawney e entra Tenerife, o inverno é trocado belo verão e, consequentemente, as latinas mostram mais seus corpos do que as americanas. O homem do tempo vira um apresentador de filmes sobre animais.
A principal diferença é, no entanto, é a forma como Phill (ou Felippo) é apresentado. O italiano é muito mais sacana e seu "aprimoramento" é hedonístico.
Assistir aos dois filmes é educativo sobre como culturas distintas contam a mesma história. Principalmente porque a dita cuja é boa.
Refilmagem
Original
Intitulado Hoje é ontem, é algo totalmente inesperado, não é sempre que se refilma um grande sucesso hollywoodano em outro país, ou ao menos não é comum se encontrar essas obras na nossa TV, mesmo que por assinatura.
O enredo é o mesmo, mas as climatizações o fazem, na minha opinião, mais bonito. Sai Punxsutawney e entra Tenerife, o inverno é trocado belo verão e, consequentemente, as latinas mostram mais seus corpos do que as americanas. O homem do tempo vira um apresentador de filmes sobre animais.
A principal diferença é, no entanto, é a forma como Phill (ou Felippo) é apresentado. O italiano é muito mais sacana e seu "aprimoramento" é hedonístico.
Assistir aos dois filmes é educativo sobre como culturas distintas contam a mesma história. Principalmente porque a dita cuja é boa.
Refilmagem
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