No vale de 74, estou muito fora do desvio padrão.
Apenas alguns pensamentos sobre as coisas que acho que sei ou sobre as quais não tenho a mínima idéia
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Divergindo até nisso
Como podem ver, não divirjo só na nas idéias discordantes, até na somatotipia estou fora da moda.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
"A Missão" versão Facebook
Se já era impossível na vida comum, agora temos que ser também na virtual.
Assim não pode, assim não dá, pô.
Assim não pode, assim não dá, pô.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Deu na Folha
Agora a ameaça é dupla, para tentar viabilizar Haddad na prefeitura de São Paulo, pensa-se em oferecer o Ministério da Educação para Chalita (assinantes cliquem aqui).
Equivale ao tombo, seguido de coice e todos rindo em volta. Escárnio puro.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
"Não contavam com a minha astúcia"
É o que deve ter pensado o Ministro da Fazenda.
Se há uma semana havia quem notasse sua discrição, hoje não existe quem não seja afetado pelo brutal aumento de carga tributária e protecionismo disfarçado de política industrial de benefício da indústria nacional.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Um contra todos. Ou: Faltarão fiscais.
Andando pelas ruas hoje dou de cara com uma manchete, acho que do Diário de S. Paulo: "Proibição dos celulares em banco é só no papel". Ou algo assim.
Curiosamente, antes da caminhada, estava no Metrô lendo um texto curto chamado "O que torna as leis efetivas", que pregava que o sistema legal não deve ser uma luta do Estado contra a sociedade.
Lembrei-me de texto meu do passado, também curto, sobre o mesmo assunto.Vamos, então, a uma citação,
"Não há prisões suficientes, policiais suficientes, tribunais suficientes para impor uma lei que não é apoiada pelo povo". Hubert Humphrey.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
O modo brasileiro de fazer as coisas
Enquanto em locais menos do futuros e mais do presente planejam antes de fazer as compras governamentais, no Brasil acontece isso:
Esperam o aparelho chegar no hospital e ocupar espaço preciosos para depois efetuar reformas estruturais necessárias.
Deve ser para não errar nas medidas, não é mesmo?
E a respeito da postagem de ontem
Gostaria de postar um pequeno trecho do livro The Rise and Fall of the Great Powers, de Paul Kennedy, mostrando como mais dinheiro para governos resulta, geralmente, em mais desperdício,em um círculo vicioso. Isso foi o que fizeram com o Tesouro espanhol:
"Only by the desperate measure of confiscating the treasure from the Indies and seizing all specie in Spain could the monies be found to support the war against the Protestant princes. His 1552 campaign at Metz cost 2.5 million ducats alone—about ten times the emperor’s normal income from the Americas at that time. Not surprisingly, he was driven repeatedly to raise fresh loans, but always on worse terms: as the crown’s credit tumbled, the interest rates charged by the bankers spiraled upward, so that much of the ordinary revenue had to be used simply to pay the interest on past debts.24 When Charles abdicated, he bequeathed to Philip II an official Spanish debt of some 20 million ducats. Philip also inherited a state of war with France, but one which was so expensive that in 1557 the Spanish crown had to declare itself bankrupt. At this, great banking houses like the Fuggers were also brought to their knees. It was a poor consolation that France had been forced to admit its own bankruptcy in the same year—the major reason for each side agreeing to negotiate at Cateau-Cambresis in 1559—for Philip had then immediately to meet the powerful Turkish foe. The twenty-year Mediterranean war, the campaign against the Moriscos of Granada, and then the interconnected military effort in the Netherlands, northern France, and the English Channel drove the crown to search for all possible sources of income. Charles V’s revenues had tripled during his reign, but Philip II’s “doubled in the period 1556–73 alone, and more than redoubled by the end of the reign.”His outgoings, however, were far larger. In the Lepanto campaign (1571), it was reckoned that the maintenance of the Christian fleets and soldiers would cost over 4 million ducats annually, although a fair part of this burden was shared by Venice and the papacy. The payments to the Army of Flanders were already enormous by the 1570s, and nearly always overdue: this in turn provoking the revolts of the troops, particularly after Philip’s 1575 suspension of payments of interest to his Genoese bankers."
Será que podemos esperar melhor sorte dos Estados modernos na gestão do público?
Até o momento, nada me leva a crê-lo.
"Only by the desperate measure of confiscating the treasure from the Indies and seizing all specie in Spain could the monies be found to support the war against the Protestant princes. His 1552 campaign at Metz cost 2.5 million ducats alone—about ten times the emperor’s normal income from the Americas at that time. Not surprisingly, he was driven repeatedly to raise fresh loans, but always on worse terms: as the crown’s credit tumbled, the interest rates charged by the bankers spiraled upward, so that much of the ordinary revenue had to be used simply to pay the interest on past debts.24 When Charles abdicated, he bequeathed to Philip II an official Spanish debt of some 20 million ducats. Philip also inherited a state of war with France, but one which was so expensive that in 1557 the Spanish crown had to declare itself bankrupt. At this, great banking houses like the Fuggers were also brought to their knees. It was a poor consolation that France had been forced to admit its own bankruptcy in the same year—the major reason for each side agreeing to negotiate at Cateau-Cambresis in 1559—for Philip had then immediately to meet the powerful Turkish foe. The twenty-year Mediterranean war, the campaign against the Moriscos of Granada, and then the interconnected military effort in the Netherlands, northern France, and the English Channel drove the crown to search for all possible sources of income. Charles V’s revenues had tripled during his reign, but Philip II’s “doubled in the period 1556–73 alone, and more than redoubled by the end of the reign.”His outgoings, however, were far larger. In the Lepanto campaign (1571), it was reckoned that the maintenance of the Christian fleets and soldiers would cost over 4 million ducats annually, although a fair part of this burden was shared by Venice and the papacy. The payments to the Army of Flanders were already enormous by the 1570s, and nearly always overdue: this in turn provoking the revolts of the troops, particularly after Philip’s 1575 suspension of payments of interest to his Genoese bankers."
Será que podemos esperar melhor sorte dos Estados modernos na gestão do público?
Até o momento, nada me leva a crê-lo.
domingo, 28 de agosto de 2011
Mergulhemos no populismo ...
Ou usemos o pouco que nos resta de racionalidade?
Na Europa, principalmente, e nos Estados Unidos, forma-se no ar o espírito de que os ricos devem ser sobretaxados para que os Estados nacionais paguem suas dívidas.
Pergunto-me, devemos tirar patrimônio dos que comprovadamente gerem bem o seu para regar os cofres de quem, por razões políticas (populismo, no português claro), encalacrou-se em uma situação pré-falimentar?
Se os Estados nacionais soubessem usar bem o dinheiro do qual dispõem não estariam na situação na qual se encontram e as vidas de seus cidadãos seriam muito melhores.
Pode pegar bem com os eleitores esse onda redistributiva, mas está pra nascer uma situação entre "roubar" dos ricos para "dar" aos pobres realmente funciona. Robin Hood só é bom na ficção, e mesmo assim lá ele é contra o governo vigente.
Na vida real a "estorinha", e a história assim o demonstra, acaba sempre em pauperização de todos menos uma classe; a política.
Se Warren Buffet, porém, quiser doar toda a sua fortuna para o governo de seu país, que doe. Ele é livre para tal e deve saber o que está fazendo.
Na Europa, principalmente, e nos Estados Unidos, forma-se no ar o espírito de que os ricos devem ser sobretaxados para que os Estados nacionais paguem suas dívidas.
Pergunto-me, devemos tirar patrimônio dos que comprovadamente gerem bem o seu para regar os cofres de quem, por razões políticas (populismo, no português claro), encalacrou-se em uma situação pré-falimentar?
Se os Estados nacionais soubessem usar bem o dinheiro do qual dispõem não estariam na situação na qual se encontram e as vidas de seus cidadãos seriam muito melhores.
Pode pegar bem com os eleitores esse onda redistributiva, mas está pra nascer uma situação entre "roubar" dos ricos para "dar" aos pobres realmente funciona. Robin Hood só é bom na ficção, e mesmo assim lá ele é contra o governo vigente.
Na vida real a "estorinha", e a história assim o demonstra, acaba sempre em pauperização de todos menos uma classe; a política.
Se Warren Buffet, porém, quiser doar toda a sua fortuna para o governo de seu país, que doe. Ele é livre para tal e deve saber o que está fazendo.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Coroação de uma personalidade
Em um mundo em que a pessoa vale pelo que produz, o bom e velho capitalismo, foi extremamente lisonjeira a reação que os mercados tiveram à decisão de Steve Jobs de afastar-se da presidência da Apple. Tanto as ações da companhia tiveram uma forte queda, mais de 5 %, quanto as das efetivas fabricantes de suas engenhocas. Demonstra que os acionistas acreditam que Jobs sozinho vale mais de 20 bilhões de dólares.
Justo. Se até a gigante Google resolveu mimetizar a Apple, e rumores afirmam que a Microsoft seguirá o mesmo passo, o estrategista por trás do avanço da companhia que há uma década e meia estava entre as perdedoras do mundo da tecnologia e hoje consegue figurar entre as Top 3 em valor de mercado deve mesmo ser celebrado.
Com o perdão do péssimo trocadilho, Good Jobs, Steve.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Das páginas da penúltima Foreign Affairs
A respeito da inovação em geração de energias alternativas:
"But overall, the picture is grim. This is true not only for the United States but also for the rest of the world, because the market for clean-energy technologies is global. Whether this shakeout will strengthen or weaken the clean-energy industry will depend on how policymakers, notably in the United States, prepare for it. The root cause of today's troubles is a boom-and-bust cycle of policies that have encouraged investors to flock to clean-energy projects that are quick and easy to build rather than invest in more innovative technologies that could stand a better chance of competing with conventional energy sources over the long haul. Indeed, nearly seven-eighths of all clean-energy investment worldwide now goes to deploying existing technologies, most of which are not competitive without the help of government subsidies. Only a tiny share of the investment focuses on innovation."
Como de costume, o governo não favorece a inovação neste caso, apesar da enorme propaganda em contrário.
Se você for depender do governo para grandes revoluções científicas, morrerá esperando. Ele é, razoavelmente, bom para fomentar mudanças incrementais. Para algo realmente inovador, sinto informar aos anti-mercado, têm que se contar com a iniciativa individual.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Pode não ser ilegal
Mas certamente é imoral e engorda, pois não deixa que os ocupantes façam atividade física e atrapalha serviços essenciais de um dos estados mais pobres da União.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Lobby da internet
Essa nova lei das Tvs a cabo só pode ser uma forma de obrigar os espectadores para o streming via web. Se os canais 100% têm aquela audiência que todos sabemos agora que geralmente são de graça na grade das operadoras, por que alguém ira pagar para ter que os engolir?
domingo, 7 de agosto de 2011
A que ponto chegamos?
Quando um veículo sabidamente, para ser brando, lambe-botas do petismo publica uma carta como esta, é porque as besteiras cometidas foram grandes demais.
Em breve haverá quem peça por controle da mídia internacional e denunciará uma seção internacional do PIG.
Em breve haverá quem peça por controle da mídia internacional e denunciará uma seção internacional do PIG.
sábado, 6 de agosto de 2011
Pra variar
Uma vez que digo o mesmo faz algum tempo, não posso deixar de recomendar o artigo do Depósito de ... .
Vejam que há, algumas vezes, coisas com a qual concordo mesmo.
Vejam que há, algumas vezes, coisas com a qual concordo mesmo.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Sobre a microrreorganização tributária
Sobre as medidas de desoneração da folha de algumas indústrias escolhidas, devo dizer que sou favorável a não ser por um importante detalhe, de ter sido feita em apenas algumas indústrias escolhidas.
Sou favorável à tese de que somente nos desenvolveremos de fato quando os consumidores tiverem ampla liberdade de escolha em como usufruírem do produto de seu trabalho. Onerações da folha, sejam por qual motivo forem, suprimem esse direito do trabalhador e minam o livre mercado, inclusive incentivando os empresários a gerar menos empregos.
Como não foi generalizada e seguiu-se à um aumento dos impostos sobre o faturamento das empresas beneficiadas, essa microrreorganização tributária leva um 6,5 na minha avaliação. Nada genial, mas para a média do governo é uma melhora marcante.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
É time no Nacional
Onde o governo vai mal.
Então imaginem como vão as coisas na Argentina.
Lá, como cá, utiliza-se o futebol como uma maneira de favorecer o governo autoritário da vez. E não pense que com a Copa e seus estádios é diferente.
Então imaginem como vão as coisas na Argentina.
Lá, como cá, utiliza-se o futebol como uma maneira de favorecer o governo autoritário da vez. E não pense que com a Copa e seus estádios é diferente.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Será que haverá algum avanço?
Lendo essa postagem do Ordem Livre, lembrei-me desta postagem minha.
Nos seis anos entre um e outro ganhamos o fim da exigência de diploma para jornalistas. Podemos, em breve, ser agraciados com o fim da exigência de OAB para advogados.
Será que tomamos tenência dessa vida?
domingo, 24 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Pausa nas reuniões
Bem, como estou em uma fase de fazer reuniões para marcar reuniões, está bastante difícil escrever por aqui, mas passei para comentar uma notícia que foi exposta com pompa pela imprensa mas mostra que há algo de podre no reino dos ministérios do Brasil.
Enquanto o da Fazenda diz estar combatendo a inflação, por meio do Banco Central, o da Justiça promove a indexação das multas do Código de Defesa do Consumidor.
Enquanto o da Fazenda diz estar combatendo a inflação, por meio do Banco Central, o da Justiça promove a indexação das multas do Código de Defesa do Consumidor.
É caso clássico de dupla personalidade? Não sei dizer, mas desconfio que nos velhos tempos, quando a institucionalização ainda era recomendada, esse governo já estaria no Juqueri a muito.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Por que não pensaram nisso antes?
Vou te contar, os olhos já não podem ver, coisas que só o coração pode entender. Só assim mesmo para tentar entender nossos políticos.
Paulo Passos declarou ontem, e está nos jornais, que irá proibir os aditivos em obras. Se sendo secretário executivo do ministério acreditava que tais recursos deveriam ser proibidos, por que não fez isso antes? Será que era impossível ser feliz sozinho?
Pelo menos este mal ele não está passando, imagino que não há insônia que resista à bela voz da esposa Rosa a declamar:
Pelo menos este mal ele não está passando, imagino que não há insônia que resista à bela voz da esposa Rosa a declamar:
sábado, 9 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
O ex-presidente crê ser uma farsa
Já os procuradores-gerais da República, o anterior e o atual, acreditam ser crime mesmo.
Como Lula já declarou diversas vezes não saber de nada, sou obrigado por convicção e bom senso a concordar com os procuradores, ainda que um deles não tenha visto nada de errado no caso Palocci.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
A solução pro nosso povo eu vou dar
Ganso e Neymar mais Robinho ou Elano já provaram ser uma máquina de gols no Santos, por que não na Seleção?
All we need is Love.
All we need is Love.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
E na Guerra dos Sexos
Culpado ou não do estupro, DSK serviu para uma coisa, a imposição de uma mulher no FMI.
Para as feministas que o atacaram a priori é uma vitória e tanto, afinal ele é errado por gênero, não só por postura.
E, por falar no diabo, o rabo aparece
Os problemas venezuelanos de sucessão aparentemente chegarão mais cedo do que pensava.
E não é que para dizer eustou doente ele levou mais de 13 minutos e muitas loas a si próprio e outros comas andantes.
Minha aposta pessoal é que, infelizmente, haverá um golpe militar em um futuro muito próximo.
E não é que para dizer eustou doente ele levou mais de 13 minutos e muitas loas a si próprio e outros comas andantes.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Efeito colateral da tirania
Não é apenas durante o período de vida de um tirano que ele causa problemas para o seu país. Sendo, via de regra, personalistas e paranóicos, não permitem a formação de outros líderes que poderiam levar a mudança ou lhes suceder de forma ordenada.
A Venezuela certamente viverá um quadro de crise aguda quando Chávez deixar o poder, seja pela via rápida da morte que se aproxima, segundo uns e outros, ou pela via de golpe, já que reinteradamente demonstra que não sairá por bem e voto.
Como sói acontecer com os povos que se deixar dominar por personalidades fortes de um "dirigente máximo", depois da queda virá o coice.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Onda do bafômetro
Depois do Aécio e do Índio, talvez seja a hora de outra figura da política carioca tomar cuidado com as blitzes:
Resta saber se a Corporação terá coragem de interpelá-lo.
Resta saber se a Corporação terá coragem de interpelá-lo.
De legados
Já que será inevitável, talvez seja o caso de começar a pensar nos legados que teremos dos nossos faraônicos jogos que chegarão em breve.
Londres está preocupado com o que Atenas fez; Estocolmo conseguiu lucrar apenas da idéia de ter Olimpíadas e o Brasil nem pensa nisso. Ou acha conveniente não pensar, para o lucro de poucos e prejuízo de muitos.
Londres está preocupado com o que Atenas fez; Estocolmo conseguiu lucrar apenas da idéia de ter Olimpíadas e o Brasil nem pensa nisso. Ou acha conveniente não pensar, para o lucro de poucos e prejuízo de muitos.
O certo é que teremos estádios onde não há times e refaremos palcos esportivos em uma cidade que, comprovadamente, usa mal os que já tem. Mas, em compensação, algumas ações estão sendo feitas em nome do esporte, mesmo que discutíveis.
Parece-me que os legados serão negativos, porém ainda há tempo para que as coisas entrem nos eixos. Torçamos.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Vergonha nacional
É o que temos agora com a pré-Copa e teremos mais ainda com a pós.
Vergonha só minimizada pelo Alvinegro da Vila Belmiro.
Vergonha só minimizada pelo Alvinegro da Vila Belmiro.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Eu sei que ele acredita no regime cubano, mas ...
... não pode ser tão ruim assim para agredir a dignidade da família pernambucana ter um caso com Chico Buarque, como deu a entender Ana Arraes.
Levar uma ofensa que pode ser, no máximo, pessoal como um atentado à família pernambucana é típico de pessoas que pensam ser entidades, algo como a realeza da "Veneza brasileira".
Só podemos ter dó de quem acha que isso é realidade.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Se você pode fazer 6 mil....
..., por que fazer 9 mil?
Não sei, mas a reportagem (ou aqui) acima mostra que foi essa a opção brasileira nos anos 80.
Pode ser que agora isso se reverta. Só não dá para afirmar, pois se trata de Brasil, terra das pororocas e da jabuticaba (no mal sentido).
Não sei, mas a reportagem (ou aqui) acima mostra que foi essa a opção brasileira nos anos 80.
Pode ser que agora isso se reverta. Só não dá para afirmar, pois se trata de Brasil, terra das pororocas e da jabuticaba (no mal sentido).
sábado, 18 de junho de 2011
Xiii, São Paulo em maus lençois
Há rumores de que Chalita quer, agora Haddad também. Que São Paulo fez para merecer isso?
Cartas de reclamação deverão ser mandadas para São Bernardo
Todos aqueles que tiverem seus carros confiscados por foras-da-lei poderão mandar suas reclamações para o ex-presidente Lula e, caso não haja reação imediata, para o Palácio do Planalto. Afinal Evo Morales sempre foi apoiado e financiado pelos nosso bolsos por via do "cumpanhero" Barba.
Dois e dois são cinco em algumas altas esferas
Vendo que dois e dois são quatro, ao menos fora das cartilhas do MEC, o WSJ demonstra que o crescimento no Brasil tem um que de excesso de vontade política.
Só assim mesmo para haver investimentos neste país; com altas cargas de subsídio.
Só assim mesmo para haver investimentos neste país; com altas cargas de subsídio.
Só complementando
Ao comemorar isso, ele esquece-se que somos um dos maiores detentores de títulos daquele país?
sábado, 11 de junho de 2011
Corroborando comigo
Certa vez, sobre os ombros de grandões, afirmei que a pecuária era a solução para evitar a extinção de espécies.
A revista Time datada de 13 de junho traz uma reportagem que mostra que é assim mesmo:
Diz ela: "African game ranchers, safari guides and wildlife officials--precisely those who should be protecting the beasts--have been caught dabbling in the trade. At the same time, Asian criminals posing as big-game hunters are spending tens of thousands of dollars on licenses that allow them to legally shoot rhinos in South Africa, adding a respectable veneer to a nasty pursuit. A continent away, Chinese business interests are investing lavishly in a shadowy rhino-farming scheme that threatens to contravene international law."
E mais: "By 2008, suspicious South African officials began limiting each hunter to just one rhino kill per year. Rhino poaching increased almost immediately, as did the number of Vietnamese applying for trophy-hunting permits. Vietnamese keep getting arrested trying to smuggle horns out of South Africa. In January a Vietnamese man and woman were detained at the Pretoria airport trying to sneak out four unlicensed horns from animals they shot during a trophy hunt just days earlier."
Como vemos, razões morais impediram os caçadores de utilizar os meios oficiais para conseguir os seus troféus, o cifre de rinoceronte que vale seu peso em platina na China e no Vietnã. Os meios criminosos explodiram.
Há durante todo o texto da Time um indisfarçado tom de repulsa ao uso de chifre com fins medicinais - que, diga-se de passagem, eu compartilho com a revista -, mas a repulsa ocidental não vai fazer a procura pelo produto diminuir, assim como a Guerra às drogas não fez com que cocaína e heroína deixassem de ser consumidas.
Criar um fornecimento regular e legal de chifres, seja pela pecuária, como é o intento dos chineses, ou pela caça controlada, como vinham fazendo os vietinamitas na África do Sul, é a única forma de evitar que esses grandes animais deixem de ser nossos co-habitantes do planeta Terra. Outras podem ser tentadas, mas duvido que funcionem.
A revista Time datada de 13 de junho traz uma reportagem que mostra que é assim mesmo:
Diz ela: "African game ranchers, safari guides and wildlife officials--precisely those who should be protecting the beasts--have been caught dabbling in the trade. At the same time, Asian criminals posing as big-game hunters are spending tens of thousands of dollars on licenses that allow them to legally shoot rhinos in South Africa, adding a respectable veneer to a nasty pursuit. A continent away, Chinese business interests are investing lavishly in a shadowy rhino-farming scheme that threatens to contravene international law."
E mais: "By 2008, suspicious South African officials began limiting each hunter to just one rhino kill per year. Rhino poaching increased almost immediately, as did the number of Vietnamese applying for trophy-hunting permits. Vietnamese keep getting arrested trying to smuggle horns out of South Africa. In January a Vietnamese man and woman were detained at the Pretoria airport trying to sneak out four unlicensed horns from animals they shot during a trophy hunt just days earlier."
Como vemos, razões morais impediram os caçadores de utilizar os meios oficiais para conseguir os seus troféus, o cifre de rinoceronte que vale seu peso em platina na China e no Vietnã. Os meios criminosos explodiram.
Há durante todo o texto da Time um indisfarçado tom de repulsa ao uso de chifre com fins medicinais - que, diga-se de passagem, eu compartilho com a revista -, mas a repulsa ocidental não vai fazer a procura pelo produto diminuir, assim como a Guerra às drogas não fez com que cocaína e heroína deixassem de ser consumidas.
Criar um fornecimento regular e legal de chifres, seja pela pecuária, como é o intento dos chineses, ou pela caça controlada, como vinham fazendo os vietinamitas na África do Sul, é a única forma de evitar que esses grandes animais deixem de ser nossos co-habitantes do planeta Terra. Outras podem ser tentadas, mas duvido que funcionem.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Todos os méritos para o Dallas, mas...
Se o Miami perder ficará como um dos maiores fiascos de todos os tempos. Principalmente para o Lebron James, já com fama de amarelão. Já vejo as manchetes, caso o Heat não reverta a situação: James é um foco de febre amarela.
Costumo torcer para os times da Oeste normalmente, porém este ano, em particular, o sentimento está mais forte. É difícil não antipatizar com tanta mascara junta, como é esse Miami.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Apenas a confirmação
Com o que aconteceu ontem no STF, confirma-se que não apenas aos políticos brasileiros falta palavra, ao Estado brasileiro também.
Países sérios do mundo é oficial. Não assinem tratados, contratos ou qualquer coisa semelhante com o Brasil.
E Battisti está livre, enquanto as suas vítimas, pois lembremos que a justiça de um pais democrático o considera um homicida, permanecem um alerta para contar nossa vergonha.
Países sérios do mundo é oficial. Não assinem tratados, contratos ou qualquer coisa semelhante com o Brasil.
E Battisti está livre, enquanto as suas vítimas, pois lembremos que a justiça de um pais democrático o considera um homicida, permanecem um alerta para contar nossa vergonha.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
A Gleisi que se cuide
Não tenho elementos para afirmar, como no caso do último ocupante, que ela está no posto ideal, mas parece ser prerrogativa exclusiva do cargo provocar crises políticas.
Não tenho, vocês sabem, nenhuma simpatia pelo PT e suas peripécias, porém não é possível ou desejável que um ministério central como a Casa Civil passe por essa humilhação reinterada, ano após ano. Desejo, então, muita sorte e competência à nova ocupante, que a sua atuação faça-nos esquecer esses anos terríveis.
Gleisi, vá pela sombra (no bom sentido).
É um começo
Desonerar os bens de capital é uma notícia boa, mas o ideal seria desonerar a própria energia gerada. Ter uma tarifa entre as mais caras do mundo não é, afinal, o ideal para quem quer ser potência econômica. Ou é?
Demorou, mas...
...estou de posse do meu Kindle DX, então o sonho de consumo pode ser mudado.
O problema é que, no momento, não tenho nenhum que possa ser comprado.
Infelizmente nem tudo é fácil na vida.
O problema é que, no momento, não tenho nenhum que possa ser comprado.
Infelizmente nem tudo é fácil na vida.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Será que percebeu apenas agora?
Ao dizer que a decisão sobre Palocci é senha para impunidade, a OAB finge pensar que só agora houve indícios para essa conclusão.
Não foi uma senha tudo que ocorreu até o momento?
Na verdade eles devem estar pensando que a fila da impunidade está tão grande que é preciso retirar senha. É a única explicação, pois caracterizar esse último ato como algo além do normal não dá.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Cadê a Melancia
Instada a aparecer, a cidade de Grand Rapids fez um belíssimo clipe com a belíssima música, mas uma coisa preocupou-se ao ver os créditos. Se é uma produção associada com a Creo Productions, cadê a Mulher-Melancia?
Bem, não é falta de aviso
Na década de 1980, Walter Williams já instruía, em rede nacional americana, que as licenças obstruem o mercado de taxistas, em particular o dos mais pobres (vejam o vídeo abaixo principalmente ao redor do 4º minuto).
Em 1996, Maluf simplesmente ignorou tudo isso e congelou o número de alvarás. Agora a prefeitura, ao invés de flexibilizar completamente o processo, resolveu criar uma loteria de licenças.
Em 1996, Maluf simplesmente ignorou tudo isso e congelou o número de alvarás. Agora a prefeitura, ao invés de flexibilizar completamente o processo, resolveu criar uma loteria de licenças.
É um caso típico. Sabendo que a coisa vai mal, após a secção de uma artéria importante por imperícia médica, coloca-se um band aid e manda-se o paciente para casa. É capaz que morra, mas ninguém poderá alegar que foi por falta de socorro. Que tenha sido por erro médico é só um detalhe.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Padrão
Para não variar, a entrega do facínora homicida é feita apenas quando este está prestes a acertar suas contas, em uma perspectiva judaico-cristã, com o Criador.
É, como sempre, jogar para a torcida. Ou, no caso, para manter acessa a possibilidade de juntar-se à União Européia.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Além da saúde pública
Para além do problema de saúde pública, que deve ser citado não apenas pelo tratamento dos viciados, mas também pelos das vítimas da violência armada, há, na Guerra contra as Drogas, o problema da tomado do poder pelos grupos criminosos. Parece estar ocorrendo isso na Guatemala como um todo, e partes de países maiores, como Brasil (vide Complexo do Alemão), Afeganistão e Colômbia já foram conquistados por essas máfias.
Esse efeito colateral é, na minha opinião, a melhor razão para uma mudança do sistema de combate às drogas hoje vigente. Estamos dando combustível para bandidos ao torná-los os únicos fornecedores de algo para o qual há mercado comprovado. Não é necessário ser um Adam Smith para perceber que o processo leva ao fortalecimento do cartel fornecedor, e não o contrário.
Querer controlar a natureza humana não levou, ao menos até onde sei, a nenhum governo virtuoso na história de nossa espécie. Drogas foram utilizadas por todas as sociedades conhecidas, sendo, portanto, indissociáveis do Homem. Declará-las ilegais, imorais ou engordativas não vão fazer que desapareçam e a estratégia utilizada nas últimas décadas não levou a um declínio do uso. Não creio que será agora que levará.
Os principais beneficiários da política restritiva, se não os únicos, são os membros do aparato repressor e os chefes de quadrilhas correlatas (traficantes de drogas e armas, lavadores de dinheiro, etc). Insistir em algo que beneficia tão poucos e afeta tantos não me parece apenas burrice, toca as raias da loucura.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Injustiça
Apesar do percevejo parecer mal como um pica-pau, colocar os humanos apenas secundando a lista dos 10 animais "do mal" é muita injustiça.
Vai doer no bolso?
Essa é a possibilidade que se abre com os escândalos da Fifa cada vez mais escancarados na mídia. Os patrocinadores já estão acusando o golpe.
Veremos como serão os próximos capítulos, mas o fato é que, nesta onda mundial de pedidos por mais democracia nas tomadas de decisão, um dos símbolos mundiais de falta de governança pode estar prestes a perder (com todos os amantes da bola consequentemente ganhando) uma de suas principais características.
sábado, 28 de maio de 2011
É muita cara de pau
O Ministro dos Esportes teve a pachora de dar um sermão nas autoridades de São Paulo, estado e municícpio, porque não está entregando o que ele considera ideal para ter assento na festinha da Copa. É muita cara de pau.
Tudo que o Governo Federal deveria fazer está atrasado, a começar pelos aeroportos, que, levando-se em conta o que falava a então ministra Dilma Rousseff, já deveriam ser no número de três em São Paulo.
Disse também o Ministro que o problema do estádio é do Poder Público, não do Corinthians. Já me pronunciei com relação a qual estádio creio ser o ideal para o clube, e, só para lembrar, outro era o estádio defendido pelas autoridades públicas.
Chega a ser patético o sujeito vir arrotar competência agora, nos terrenos alheios. Parece que o cara só sabe mesmo comer tapioca.
Tudo que o Governo Federal deveria fazer está atrasado, a começar pelos aeroportos, que, levando-se em conta o que falava a então ministra Dilma Rousseff, já deveriam ser no número de três em São Paulo.
Disse também o Ministro que o problema do estádio é do Poder Público, não do Corinthians. Já me pronunciei com relação a qual estádio creio ser o ideal para o clube, e, só para lembrar, outro era o estádio defendido pelas autoridades públicas.
Chega a ser patético o sujeito vir arrotar competência agora, nos terrenos alheios. Parece que o cara só sabe mesmo comer tapioca.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Padrões metálicos
Ouvi hoje pessoa defendendo a compra de ouro para defender-se de uma provável, para ela, queda do capitalismo. Acho meio maluquice, mas tudo bem, no fundo, no fundo, tenho a idéia de que acabaremos com uma volta aos padrões metálicos cedo ou tarde, sendo, então, que sou maluco também.
A diferença é que, ao meu ver, esse padrão servirá para lastrear as moedas não nacionais. Já há, no momento, uma circulação monetária muito maior do que as moedas permitiriam caso fosse necessário ter posse da moeda. Muito das negociações é feita sobre bits e promessas de pagamento permitidas pela tecnologia de informação.
Creio que, em algum momento de um futuro próximo, poderemos comprar certificados de produtos de empresas como a Vale, por exemplo, e utilizá-los como moeda, com a cotação do dia no mercado de commodities.
Será a volta do padrão metálico, sendo padrão ouro, prata, bronze ou, quem sabe, soja, que se não é um metal, de tão horrível, deveria ser.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Para não esteriotipar às prostitutas...
...esteriotipa-se aos clientes.
É o que se vê na peça Cabaré das Donzelas Inocentes, que assisti recentemente na Bahia.
Apesar de ter gostado da obra, não há como deixar de notar que o homem comum, hetereossexual (ou heteronormativo, como é a moda agora) e não pedófilo ou violento, é o grande ausente do enredo. Causou-me uma certa estranheza.
Só me pergunto, será que é assim que as prostitutas realmente vêem o sexo oposto ou foi um recorte do autor da obra?
Reserva legal no ar
Fico sabendo hoje, via Agência Estado, que Romero Jucá afirmou a certeza de mudanças do novo Código Florestal no Senado e que, juntamente com os demais líderes na Casa, pedirá a prorrogação do decreto 6514, de 2008, de modo que não seja necessário o cumprimento imediato de regras relativas à averbação das parcelas de reserva legal ou o pagamento de multas.
Ele deve estar realmente preocupado com o caso, imaginem como ficará a sua situação se, ao imbróglio com o Basa, forem aplicadas as multas relativas à falta de cobertura vegetal em suas fazendas aéreas?
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Especialista em Telecomunicações
É o que se apreende como expertise do Ministro da Casa Civil pela sua lista de clientes.
Estaria ele no lugar errado?
E onde estava a Caixa?
Para completar os questionamentos de segunda, onde estavam os advogados da Caixa na hora que a honradez do caseiro estava sendo questionada ou o político que eles hoje acusam estava para eleger-se?
terça-feira, 24 de maio de 2011
Não brinca
O profeta do fim do mundo vem agora com essa: eu não sou um gênio.
O que dizer então dos que o seguem?
O que dizer então dos que o seguem?
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Sigilo da fonte?
Vem agora o ex-diretor da Globo fizer que espera um país melhor para as futuras gerações e não pode suportar um político venal em um cargo de poder. Mas onde estava esse ex-diretor quando este político venal estava disputando as eleições e tornando-se figura de proa de um governo. Naquele momento a venalidade não era ameaça ao futuro do país? E muito antes, quando se provou que havia um crime em curso no Ministério da Fazenda?
Há atos morais que chegam tarde demais. Aquela historinha de que melhor que nunca é apenas conto da carochinha.
Há atos morais que chegam tarde demais. Aquela historinha de que melhor que nunca é apenas conto da carochinha.
domingo, 22 de maio de 2011
Melhor não divulgar, vai que dá certo
Voltando à idéia de redes inteligentes (tal qual na propaganda da IBM), notícia muito promissora que vem das páginas da The Economist, a possibilidade de lucrar com os veículos elétricos.
É uma passo importante para que não se necessite de uma redundância da geração tão alta e pode ajudar a reverter um pouco o mal negócio que é manter um carro nos grandes centros urbanos.
A coisa promete ser tão boa que é capaz de não dar certo. Logo, logo haverá um esperto querendo regulamentar o processo e captar os ganhos para o governo, para controlar a bagunça e tal e, como sempre, inviabilizará a inovação no Brasil.
É uma passo importante para que não se necessite de uma redundância da geração tão alta e pode ajudar a reverter um pouco o mal negócio que é manter um carro nos grandes centros urbanos.
A coisa promete ser tão boa que é capaz de não dar certo. Logo, logo haverá um esperto querendo regulamentar o processo e captar os ganhos para o governo, para controlar a bagunça e tal e, como sempre, inviabilizará a inovação no Brasil.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Externalidade positiva da mudança demográfica: o déficit educacional tende a ser superado
Dêem uma olhadinha nesse vídeo:
Como vemos, há uma série de mudan
ças no nosso país, marcadamente na forma da, ainda assim chamada, pirâmide demográfica. Apesar de haver um aumento absoluto na população, e as estimativas são de que assim permanecerá na primeira metade do século, o número de jovens e crianças até vinte anos já está menor agora do que era dez anos atrás. E foi uma diminuição acentuada, cerca de 10%.
Como já escrevi aqui, com uma pequena ressalva, não me preocupa o envelhecimento da população como fator de freio econômico (desde que não seja contra o Ceará) e um fator de melhoria da produtividade geral do país que, na minha opinião, fará com que tenhamos algumas alegrias é o financiamento da educação.
Se já "perdemos" cinco milhões de jovens em comparação ao censo passado (ver minuto 1o,30) e os fundos públicos não foram reduzidos para a área educacional, podemos deduzir que há cada vez mais dinheiro per capita para sustentar a aprendizagem de nossos alunos. Portanto o problema de financiamento da área está resolvido ou em vias de sê-lo.
Não esperemos que a choradeira dos responsáveis pela gestão da área diminua proximamente, mas devemos ter consciência de que, ao exigir qualidade na educação pública, não estamos clamando por milagres. O dinheiro há e em volumes crescentes para um número de alunos declinante. Se o problema é incompetência na gestão de recursos, como parece ser o caso geralmente, então temos que resolver a questão melhorando os gestores através de qualificação, sempre que possível, ou trocando-os por outros mais qualificados.
Como vemos, há uma série de mudan
ças no nosso país, marcadamente na forma da, ainda assim chamada, pirâmide demográfica. Apesar de haver um aumento absoluto na população, e as estimativas são de que assim permanecerá na primeira metade do século, o número de jovens e crianças até vinte anos já está menor agora do que era dez anos atrás. E foi uma diminuição acentuada, cerca de 10%.Como já escrevi aqui, com uma pequena ressalva, não me preocupa o envelhecimento da população como fator de freio econômico (desde que não seja contra o Ceará) e um fator de melhoria da produtividade geral do país que, na minha opinião, fará com que tenhamos algumas alegrias é o financiamento da educação.
Se já "perdemos" cinco milhões de jovens em comparação ao censo passado (ver minuto 1o,30) e os fundos públicos não foram reduzidos para a área educacional, podemos deduzir que há cada vez mais dinheiro per capita para sustentar a aprendizagem de nossos alunos. Portanto o problema de financiamento da área está resolvido ou em vias de sê-lo.
Não esperemos que a choradeira dos responsáveis pela gestão da área diminua proximamente, mas devemos ter consciência de que, ao exigir qualidade na educação pública, não estamos clamando por milagres. O dinheiro há e em volumes crescentes para um número de alunos declinante. Se o problema é incompetência na gestão de recursos, como parece ser o caso geralmente, então temos que resolver a questão melhorando os gestores através de qualificação, sempre que possível, ou trocando-os por outros mais qualificados.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Sobre o reconhecimento legal da união homoafetiva
Sou favorável ao reconhecimento da união homoafetiva, casamento gay ou como quer que se queira chamar, mas confesso que não fiquei muito feliz com o modo como a coisa foi feita.
Parece-me que CF é muito clara sobre a forma como a lei considera uma união, digamos, romântica, e ela não prevê que esta seja homoafetiva. Havendo um consenso tal que permita a mudança da forma jurídica, essa deveria seguir o trâmite normal, passando pelo Congresso como uma emenda constitucional.
Pegar um atalho para chegar ao resultado desejado pode ser favorável ao homossexuais que se beneficiarão do reconhecimento estatal no curto prazo, mas significa um passo a mais no triste caminho da desinstitucionalização dos Poderes da República, cada vez mais borrados em suas funções.
Parece-me que CF é muito clara sobre a forma como a lei considera uma união, digamos, romântica, e ela não prevê que esta seja homoafetiva. Havendo um consenso tal que permita a mudança da forma jurídica, essa deveria seguir o trâmite normal, passando pelo Congresso como uma emenda constitucional.
Pegar um atalho para chegar ao resultado desejado pode ser favorável ao homossexuais que se beneficiarão do reconhecimento estatal no curto prazo, mas significa um passo a mais no triste caminho da desinstitucionalização dos Poderes da República, cada vez mais borrados em suas funções.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Lá como cá
Vejam o vídeo abaixo (em inglês):
O título já diz tudo: Quão estúpidos somos nós?
Nele o entrevistado diz que o funcionamento da democracia não pode ser correto quando a maioria da população não trabalha com dados verdadeiros, o que impossibilitaria uma a apreensão da realidade e, consequentemente, fazer as melhores escolhas. Nos Estados Unidos, seria responsável pelo apoio à invasão do Iraque.
Aqui, após menos de um semestre da nova administração, vemos que quase tudo que pregou durante a campanha eleitoral já foi jogado por terra. estuda-se, inclusive, a melhor maneira de se privatizar os aeroportos. Será que a culpa é do governo ou dos "estúpidos" que votaram nele acreditando em promessas irrealizáveis e pregação ideológica?
Ainda creio que seja verdadeira a célebre frase de Churchill, que a democracia é a pior forma de governo com exceção de todas as outras, mas não me espanta a suspeição com a qual ela foi vista pelos pensadores até o advento dos Federalistas e o início da democracia ocidental.
Ao dar armas nas mãos de pessoas vendadas, não podemos ficar irritados com algumas balas perdidas. Ou podemos?
O título já diz tudo: Quão estúpidos somos nós?
Nele o entrevistado diz que o funcionamento da democracia não pode ser correto quando a maioria da população não trabalha com dados verdadeiros, o que impossibilitaria uma a apreensão da realidade e, consequentemente, fazer as melhores escolhas. Nos Estados Unidos, seria responsável pelo apoio à invasão do Iraque.
Aqui, após menos de um semestre da nova administração, vemos que quase tudo que pregou durante a campanha eleitoral já foi jogado por terra. estuda-se, inclusive, a melhor maneira de se privatizar os aeroportos. Será que a culpa é do governo ou dos "estúpidos" que votaram nele acreditando em promessas irrealizáveis e pregação ideológica?
Ainda creio que seja verdadeira a célebre frase de Churchill, que a democracia é a pior forma de governo com exceção de todas as outras, mas não me espanta a suspeição com a qual ela foi vista pelos pensadores até o advento dos Federalistas e o início da democracia ocidental.
Ao dar armas nas mãos de pessoas vendadas, não podemos ficar irritados com algumas balas perdidas. Ou podemos?
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Efeitos do casamento real
Pode até ser viagem minha, mas acho que Will and Kate estão influenciando até no tráfego do blog Discordâncias. De que outro modo explicar que uma uma postagem chamada Mal casadas e citando uma certa Camila tenha se tornado uma das postagens campeãs de audiência de uma hora para outra?
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Sensacional
Quanto mais eu leio a respeito de economia, mais Keynes parece-me errado e menos fico feliz com a interferência estatal, mas é fato que ele tem inúmeros admiradores.
Vejam o vídeo abaixo(extraído do blog do Mankiw), o final e revoltante de tão engraçado.
Vejam o vídeo abaixo(extraído do blog do Mankiw), o final e revoltante de tão engraçado.
Espero coerência
As explicações parecem semelhantes, vejamos se a "imprensa golpista" acusará da mesma forma aos construtores que, de uma forma semelhante, "permitiram" que ruisse um túnel feito pelo governo federal.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Em caso de perda de popularidade ...
...arranje um inimigo externo. Persistindo os sintomas, tente destruir uma instituição que demorou 50 anos para ser construída.
Você continuará sendo um palhaço, mas um palhaço que acabou com o sonho europeu.
Você continuará sendo um palhaço, mas um palhaço que acabou com o sonho europeu.
Será a hora da Síria?
Qualquer que fosse uma organização séria e coerente já estaria a essa hora clamando por uma intervenção "humanitária" na Síria depois do que foi feito na Líbia e na Costa do Marfim, mas Onu e Otan não são muito coerentes e parecem estar perdendo a seriedade.
É fato que o cachorro ali não está morto e brigaria ao menos um pouco, porém não se pode fazer uma ação em um local e menos de um trimestre depois não a fazer em outro sem correr o risco de demonstrar que houve casuísmo. Só que nenhum país ou organização pode ficar refém de dissidentes em outras nações, capazes de manipular a situação ao ponto de provocar distúrbios e massacres e, consequentemente, intervenções estrangeiras.
Para as forças externas a coisa sempre fica feia, entrando ou não entrando no conflito, a conta sangrenta acaba sendo dividida com elas. Mas agora Inês é morta, os intervencionistas que se virem.
É fato que o cachorro ali não está morto e brigaria ao menos um pouco, porém não se pode fazer uma ação em um local e menos de um trimestre depois não a fazer em outro sem correr o risco de demonstrar que houve casuísmo. Só que nenhum país ou organização pode ficar refém de dissidentes em outras nações, capazes de manipular a situação ao ponto de provocar distúrbios e massacres e, consequentemente, intervenções estrangeiras.
Para as forças externas a coisa sempre fica feia, entrando ou não entrando no conflito, a conta sangrenta acaba sendo dividida com elas. Mas agora Inês é morta, os intervencionistas que se virem.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Sarney disse que foi nada
Mas eu definiria como roubo,e como foi ouvida a palavra apanhar no diálogo, mediante ameaça.
Até quando o comportamento indecoroso nessa casa que já foi chamada de "do povo" será suportada pelas lideranças políticas que deveriam o coibir?
Até quando o comportamento indecoroso nessa casa que já foi chamada de "do povo" será suportada pelas lideranças políticas que deveriam o coibir?
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Primeiro estranha-se. Depois entranha-se
Ou como o poeta quebrou a Coca-Cola em Portugal.
Um retrato de como a genialidade em uma área pode ser igual a boçalidade em outra.
Um retrato de como a genialidade em uma área pode ser igual a boçalidade em outra.
domingo, 24 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Vai contabilizando
Já declarei não ser, em tese, contrário à construção de usinas nucleares, mas vocês já devem ter notado que na prática o sou.
O custo final é muito alto para que se leve a sério quem deseja construí-las. Se em um primeiro momento parecem ser uma alternativa barata ao petróleo, os riscos envolvidos nos obrigam a te em mente que outras variáveis farão a conta ser muito mais salgada.
Francisco Costa, através de Cristiano Costa, aponta apenas mais um: construir repositório capaz de durar 100 mil anos, para o lixo atômico, e protegê-lo durante todo esse tempo. Será que as futuras gerações ficarão felizes ao ter que pagar por esse singelo tempo pelas más escolhas que fizemos hoje?
Desconfio que não. E vocês. que acham?
O custo final é muito alto para que se leve a sério quem deseja construí-las. Se em um primeiro momento parecem ser uma alternativa barata ao petróleo, os riscos envolvidos nos obrigam a te em mente que outras variáveis farão a conta ser muito mais salgada.
Francisco Costa, através de Cristiano Costa, aponta apenas mais um: construir repositório capaz de durar 100 mil anos, para o lixo atômico, e protegê-lo durante todo esse tempo. Será que as futuras gerações ficarão felizes ao ter que pagar por esse singelo tempo pelas más escolhas que fizemos hoje?
Desconfio que não. E vocês. que acham?
Triste madrugada foi aquela II
O bom das férias é que podemos por as leituras em dia.
O ruim é que lemos coisas como essa, ruim pelo fato dos dados retratados no texto existirem, no qual a criatividade na contabilidade fica explicitada.
O ruim é que lemos coisas como essa, ruim pelo fato dos dados retratados no texto existirem, no qual a criatividade na contabilidade fica explicitada.
Se esse é o argumento positivo, não me digam o negativo
"O argumento do governo tem sido o mesmo: mostrar que não há nenhum país combatendo a inflação e enfrentando a guerra cambial com os instrumentos que o Brasil está usando."
Será que isso é pelo fato de nenhum país seja estúpido ao ponto de tentá-lo?
Será que isso é pelo fato de nenhum país seja estúpido ao ponto de tentá-lo?
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Surpresa?
O fato de São Paulo ter conseguido diminuir a taxa de homicídios para abaixo do índice considerado endêmico pela ONU (10 por 100 mil habitantes) não é nenhuma surpresa.
Ocorre que aqui há uma taxa de resolução desse tipo de crimes muito maior do que no resto do país, mesmo que ainda indecentemente baixa, e uma boa parcela dos criminosos acaba passando uma temporada da cadeia, ainda que curta.
O que freia o crime é a certeza da punição, não o tamanho da pena. Os bandidos pensam, na maioria das vezes, estatisticamente.
Se queremos diminuir a criminalidade em São Paulo ou em qualquer outra parte do Brasil, a solução não é mágica e sim trabalho policial e jurídico para que, ao cometer um crime, o indivíduo cumpra uma penalidade.
Quando a máxima o crime não compensa valer, ele não será cometido.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Somos todos iguais nessa noite
A resposta é óbvia, mas muitos preferem nem se fazer a pergunta
Ser desenvolvido é viabilizar transporte em trem-bala para a população de alta renda ou é garantir o abastecimento de água e reduzir a mortalidade infantil decorrente da falta de saneamento?
O autor do texto do link deixa bem claro o que considera correto, no que concordamos, porém há os que fantasiem com vistas em ganhos que poderiam vir a ocorrer.
Repetindo-se como farsa, vem aí uma nova Transamazônica.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Lembrança da The Economist
Hoje se completa meio século da viagem de Gagarin ao redor do mundo.
Marco dos mais, que me perdoem a falta de criatividade, marcantes que se pode imaginar.
Em resumo
Segundo Cavalcanti e Fraga, o Brasil vai de mal a pior.
E sou obrigado a concordar. Marcha forçada tende a fundir o motor, mais cedo ou mais tarde.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Todos iguais
Venezuela, Equador, Argentina e Brasil: todos seguem o mesmo script.
Demonizam a mídia para silenciar os que têm visão distinta da dos governantes. A diferença é que alguns estão sendo mais competentes em solapar a democracia.
Já os que têm o mesmo filtro ideológico recebem dinheiro estatal para glorificar os governantes.
E não ficam nem vermelhos.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Resposta errada
Muitos estão querendo ligar a ocorrência do massacre de Realengo a uma política pouco restritiva da posse e manuseio de armas de fogo, o que não é verdade.
Como foi provado recentemente na China, quem pretende realizar um ato insano o faz, portando pistolas, fuzis, facas de cozinha ou serras elétricas. Quem quer comprar uma arma e não possui licença para tal utiliza o mercado negro.
Não sou favorável a facilitar o acesso a armas de fogo, pois considero que elas podem potencializar o dano de discussões banais, mas ações planejadas como a de ontem não são limitadas pela lei mais ou menos restritivas.
Um bom meio de vencer um debate tendo razão é utilizar a verdade. Aos que querem vencer de qualquer maneira, o negócio é comprar o livro.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Para quem abomina o sexo
É pior isso:
Ou isso:
E o FDP, na carta com seus últimos desejos, dizia-se puro, jeito idiota de referir-se a virgem.
Ou isso:
E o FDP, na carta com seus últimos desejos, dizia-se puro, jeito idiota de referir-se a virgem.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Como se fosse novidade
Quem faz conta já sabia, mas é sempre bom lembrar: carro raramente é um bom negócio por aqui.
E o pior é que uso o carro quase todo dia.
Quando?
Pergunto-me quando as coerentes ONU e OTAN irão começar a bombardear as forças Gbagbo e as de Ouattara para impedir o massacre de civis?
Ou serão os marfinenses menos importantes que os líbios?
domingo, 3 de abril de 2011
Computando os custos
Coloque aí no cálculo de custos das usinas nucleares, um raio de 50 quilômetros de terrenos inservíveis para viver ou produzir.
É apenas um risco, mas tem que entrar no planejamento. Será que é devemos seguir buscando isso quando não necessitamos desesperadamente?
É apenas um risco, mas tem que entrar no planejamento. Será que é devemos seguir buscando isso quando não necessitamos desesperadamente?
sábado, 2 de abril de 2011
A "farsa" continua rendendo reportagens
Como podemos conferir na Época, a PF não está sendo competente em desmontar aquilo que o chefe do chefe da quadrilha, nas palavras de um procurador geral da República, chama de "farsa".
O mais surpreendente para mim, no entanto, é ver um personagem que afirmou certa vez não se fazer política sem por a mão na merda, Paulo Betti, apontado como beneficiário do esquema.
Teria ele feito política?
O mais surpreendente para mim, no entanto, é ver um personagem que afirmou certa vez não se fazer política sem por a mão na merda, Paulo Betti, apontado como beneficiário do esquema.
Teria ele feito política?
terça-feira, 29 de março de 2011
Então tá
Japão diz que não há confirmação de que a água radioativa chegou ao mar.
Daqui a pouco dirá que quem está contaminando o reator é o iodo marinho.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Depois do Tempestade no Deserto...
Obama nos apresenta o Denorex no Deserto: parece uma guerra, cheira como uma, mata como uma, mas não é uma, é apenas uma intervenção humanitária.
Que beleza, né? A criatividade humana é muito poderosa para inovar na retórica.
Que beleza, né? A criatividade humana é muito poderosa para inovar na retórica.
Previsões do Mankiw
Levam-nos a pensar que os EUA serão o Brasil ontem. E, se as coisas seguirem como estão, amanhã.
Espero que esteja errado, mas fica difícil de apostar nisso com os montes de indícios que vemos por aí.
E será seguido por outras economias grandes, como a da Inglaterra, onde houve protestos neste final de semana para impedir o corte de gastos do governo.
Espero que esteja errado, mas fica difícil de apostar nisso com os montes de indícios que vemos por aí.
E será seguido por outras economias grandes, como a da Inglaterra, onde houve protestos neste final de semana para impedir o corte de gastos do governo.
domingo, 27 de março de 2011
Patinho feio
Neste final de semana, tirei minhas horas para fazer o que faço melhor, nada. Dormi pra caramba, e ainda estou com sono, e assisti muita televisão. Por uma conjuntura de questões, foi quase uma overdose de Princesa Leia, ou melhor, da atriz que a interpretou, Carrie Fisher.
Assisti seu show autobiografico, Wishful Drinking, e suas entrevistas sobre uma de suas madrastas, a recém-falecida Elisabeth Taylor. Dado que Carrie foi uma sex symbol para um bocado de gente, isso pode soar estranho, mas deve ter sido difícil crescer naquela família sendo a patinho feio.
O pai da menina era tudo, menos bobo. Além de Taylor e da mãe de nossa personagem do dia, que para que não sabia, como eu até agora pouco, foi a estrela de Cantando na Chuva - musical que devo admitir que gostei, inclusive pela performance original de Sempre Rir, aquela mesma que foi cantado pelo Bozo durante muito tempo -, como pode ser visto no trailer abaixo, andou casando com misses e outras belas senhoras.
Os padrastos não eram menos espertos. Um deles serviu de inspiração para o personagem de Alec Baldiw em Uma Loira em Minha Vida e, consequentemente, a citada loira, cujo codinome na meca do cinema era "O Corpo" - no filme Kim Bassinger -, também rodeava Carrie.
Difícil não, quase impossível crescer sem a sensação de ser a feinha da família. Não que fosse um bagulho, mas concorrência era da pesada. Problemas psicológicos ela teve de monte, só não sei se se pode dizer que essa foi a causa. Apostaria que, se não foi a principal, já que não apenas a beleza a rodeava, mas todo um ambiente conturbado, algo teve a ver com suas internações durante a vida.
Resta-nos algumas imagens para comparar:
Assisti seu show autobiografico, Wishful Drinking, e suas entrevistas sobre uma de suas madrastas, a recém-falecida Elisabeth Taylor. Dado que Carrie foi uma sex symbol para um bocado de gente, isso pode soar estranho, mas deve ter sido difícil crescer naquela família sendo a patinho feio.
O pai da menina era tudo, menos bobo. Além de Taylor e da mãe de nossa personagem do dia, que para que não sabia, como eu até agora pouco, foi a estrela de Cantando na Chuva - musical que devo admitir que gostei, inclusive pela performance original de Sempre Rir, aquela mesma que foi cantado pelo Bozo durante muito tempo -, como pode ser visto no trailer abaixo, andou casando com misses e outras belas senhoras.
Os padrastos não eram menos espertos. Um deles serviu de inspiração para o personagem de Alec Baldiw em Uma Loira em Minha Vida e, consequentemente, a citada loira, cujo codinome na meca do cinema era "O Corpo" - no filme Kim Bassinger -, também rodeava Carrie.
Difícil não, quase impossível crescer sem a sensação de ser a feinha da família. Não que fosse um bagulho, mas concorrência era da pesada. Problemas psicológicos ela teve de monte, só não sei se se pode dizer que essa foi a causa. Apostaria que, se não foi a principal, já que não apenas a beleza a rodeava, mas todo um ambiente conturbado, algo teve a ver com suas internações durante a vida.
Resta-nos algumas imagens para comparar:
quarta-feira, 23 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
Se fôssemos um país sério...
...é óbvio que quem estaria com a batata assando era o Mantega, mas como estamos no Brasil.
sábado, 19 de março de 2011
Para nós, eleitores paulistas, que infringimos Tiririca ao Brasil ...
... Chalita até que é um mal menor, mas cabe guardar na memória este texto. Pode ser que, dentro de alguns anos, ele passe a ser o político com o pai mais pobre e mais analfabeto da história desse pais.
Não seria a primeira plástica autobiográfica feita nestas paragens, não é mesmo?
Não seria a primeira plástica autobiográfica feita nestas paragens, não é mesmo?
De outros carnavais
Algumas semanas escrevendo macros, e um Carnaval no meio do caminho, fizeram que as leituras deste blogueiro, e postagens consequentemente, ficassem completamente defasadas. Aos poucos vou retomando o ritmo.
Eis que vejo no A Mão Visível uma crítica, que não coaduno, à Total Eclipse of the Heart. A música não é o importante, mas sim a performance do Hurra Torpedo. Lembrou-me um carnaval em Caconde quando, ao comprar algo na loja que ficava exatamente abaixo da cozinha da sobreloja que havíamos alugado como alojamento, perguntaram-me quem tocava bateria entre nós.
Pelo visto, era uma homenagem a uma banda que nem sabíamos existir.
Eis que vejo no A Mão Visível uma crítica, que não coaduno, à Total Eclipse of the Heart. A música não é o importante, mas sim a performance do Hurra Torpedo. Lembrou-me um carnaval em Caconde quando, ao comprar algo na loja que ficava exatamente abaixo da cozinha da sobreloja que havíamos alugado como alojamento, perguntaram-me quem tocava bateria entre nós.
Pelo visto, era uma homenagem a uma banda que nem sabíamos existir.
sábado, 12 de março de 2011
Tecnologia? Melhor as contemporâneas às ultrapassadas
Como vemos, os meios de produção de energia mais baratos não são tão em conta assim. Imaginemos quanto custará a contenção de danos e as medidas paliativas para contenção de riscos à vida de pessoas e ao do meio ambiente.
Por isso, repito. Melhor seria se o Brasil seguisse utilizando as formas alternativas de energia que só utilizam as forças provenientes da radiação solar, mediada ou não, e esquecer esses sonhos nucleares no lugar de onde não deveriam ter saído, a gaveta dos projetistas de novas usinas.
Por que voltar ao uso de tecnologias que começaram a ser abandonadas pelos países ricos no terceiro quartil do século passado? Queremos, a todo custo, provar a alguém que somos mesmo atrasados?
Por isso, repito. Melhor seria se o Brasil seguisse utilizando as formas alternativas de energia que só utilizam as forças provenientes da radiação solar, mediada ou não, e esquecer esses sonhos nucleares no lugar de onde não deveriam ter saído, a gaveta dos projetistas de novas usinas.
Por que voltar ao uso de tecnologias que começaram a ser abandonadas pelos países ricos no terceiro quartil do século passado? Queremos, a todo custo, provar a alguém que somos mesmo atrasados?
(erro ortográfico corrigido em 22/07/2011)
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