quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Se não tem aspirina, que recebam tratamento psicológico

Vejo notícia que seria meritória em situação normal, mas, com a crise pela qual passa o sistema de saúde carioca, pergunto-me:
Será que elas receberiam ao menos um copo d'água na fila?

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Mais 5?

Gabeira alesta para um escandaloso rombo na Postalis, cinco bilhões.
Fiquei confuso, trata-se de novo rombo ou apenas se está falando do antigo, fabricado com investimentos em nações-irmãs e empresas amigas?
Sabemos que a vocação para negócios espertos, ou extremamente otários - a depender do ponto de vista-, segue esses tempos de PT, mas não seria muito exagero outro rombinho de 5 bi?

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

A resposta

Perguntava a mal-disfarçada propaganda petista: "o novo governo continuará a política nacional de investimentos no pré-sal, da maneira como vem sendo realizada, ou se contará com recuos importantes que podem comprometer a produção"?
Não continuou.


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Não foi acidente

É o que vivem dizendo os estatólatras para todas as ações individuais que acabam mal. Bateu o carro, não foi acidente; estava correndo demais, ou bebera uma cerveja ou falava ao celular, ou etc, etc etc.
Como analogia, podemos dizer o mesmo sobre a situação escabrosa do sistema de saúde fluminense.
Fonte: http://www.acionista.com.br/
O governo alega que a culpa da falta de dinheiro é da cotação do petróleo. Será?
Existe um princípio da contabilidade, Prudência, que pressupõe "emprego de certo grau de precaução no exercício dos julgamentos necessários às estimativas em certas condições de incerteza, no sentido de que ativos e receitas não sejam superestimados e que passivos e despesas não sejam subestimados, atribuindo maior confiabilidade ao processo de mensuração e apresentação dos componentes patrimoniais".
Como pode ser observado no gráfico acima, o orçamento do Rio de Janeiro usou como padrão para a estimativa da arrecadação um valor maior do que o pico da média da cotação de petróleo nos últimos vinte anos.
Podem eles reclamar que não têm dinheiro porque a arrecadação foi surpreendentemente abaixo do esperado?

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Prova irrefutável

Se há algo de positivo no governo Rousseff, é a completa refutação prática do milagre do multiplicador keynesiano.
Conquanto muitos acreditam nessa verdadeira sandice, ficou claro que despejar bilhões de dinheiros que o governo não tem, como em 2014, não faz todos mais ricos, o que seria o esperado para 2015 caso o multiplicador fosse efetivo.
Fosse o brasileiro mais esperto, nunca mais seria usado esse argumento. O problema é que a condicionante parece não ter ainda acontecido.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Dúvida razoável?

Sendo fraude o que é, fico na dúvida sobre o estelionato eleitoral da Dilma.
Foi ela vítima de fraude pelos seus auxiliares diretos que não lhe repassaram informações corretas ou ela mentiu descaradamente sobre a situação de seu governo.
Sendo ela, aparentemente, uma pessoa integra que não mentiria por nada, pergunto-me:
Os que fizeram com que suas alegações na campanha fossem inverídicas já foram punidas, já que mais de um ano já se passou desde as inverdades e isso ficou evidente a pelo menos 10 meses?
Se não, começo a duvidar da integridade da dita cuja.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Sugestivo

Os argumentos de Cunha, com relação a ser apenas a aceitação de que ocorra um processo de investigação, são os mesmos que o presidente do PT usaram para ao sugerir que seus deputados votas pela abertura do processo na comissão de ética da Câmara.