terça-feira, 23 de maio de 2017

Alguns chamariam de desastre...

...outros de justiça poética.
Chego a apostar que um Neanderthal não passaria por isso.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Óbvia ululanta

Se um presidente sai do país para denunciar um golpe, é porque golpe não há.
Se golpe houvesse, ou não saia do país ou para cá não voltava.
Ou, inadvertidamente, está-se pensando em uma Operação Aedes?

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Escapamos de mais uma

Se você está lendo essa postagem, comemore, escapamos de mais uma previsão de fim do mundo feita em um filme de Hollywood, desta vez em Caça-Fantasmas II.



"Who ya gonna call?
He-man"

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Se não tem aspirina, que recebam tratamento psicológico

Vejo notícia que seria meritória em situação normal, mas, com a crise pela qual passa o sistema de saúde carioca, pergunto-me:
Será que elas receberiam ao menos um copo d'água na fila?

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Mais 5?

Gabeira alesta para um escandaloso rombo na Postalis, cinco bilhões.
Fiquei confuso, trata-se de novo rombo ou apenas se está falando do antigo, fabricado com investimentos em nações-irmãs e empresas amigas?
Sabemos que a vocação para negócios espertos, ou extremamente otários - a depender do ponto de vista-, segue esses tempos de PT, mas não seria muito exagero outro rombinho de 5 bi?

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

A resposta

Perguntava a mal-disfarçada propaganda petista: "o novo governo continuará a política nacional de investimentos no pré-sal, da maneira como vem sendo realizada, ou se contará com recuos importantes que podem comprometer a produção"?
Não continuou.


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Não foi acidente

É o que vivem dizendo os estatólatras para todas as ações individuais que acabam mal. Bateu o carro, não foi acidente; estava correndo demais, ou bebera uma cerveja ou falava ao celular, ou etc, etc etc.
Como analogia, podemos dizer o mesmo sobre a situação escabrosa do sistema de saúde fluminense.
Fonte: http://www.acionista.com.br/
O governo alega que a culpa da falta de dinheiro é da cotação do petróleo. Será?
Existe um princípio da contabilidade, Prudência, que pressupõe "emprego de certo grau de precaução no exercício dos julgamentos necessários às estimativas em certas condições de incerteza, no sentido de que ativos e receitas não sejam superestimados e que passivos e despesas não sejam subestimados, atribuindo maior confiabilidade ao processo de mensuração e apresentação dos componentes patrimoniais".
Como pode ser observado no gráfico acima, o orçamento do Rio de Janeiro usou como padrão para a estimativa da arrecadação um valor maior do que o pico da média da cotação de petróleo nos últimos vinte anos.
Podem eles reclamar que não têm dinheiro porque a arrecadação foi surpreendentemente abaixo do esperado?