Como disse no Bandido bom é bandido morto, não há modos de os governantes do Rio deixarem barato desta vez.
Muitas cenas de action movie nas próximas semanas.
Apenas alguns pensamentos sobre as coisas que acho que sei ou sobre as quais não tenho a mínima idéia
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Um tigre, dois tigres, três tigres
Um montão de tigres no cativeiro podem ser a chave para a salvação da espécie. Essa é a solução apontada pela The Economist para a caça ilegal.
Já funcionou nos EUA com os crocodilos e os bisões, no Brasil com os jacarés e em muitos outros locais com diversos tipos de outros animais. A pecuária faz com que o animal na natureza tenha um valor menor, tanto pelo aumento de oferta quanto pela maior segurança de entrega, tornando o mercado mais desenvolvido.
Muitos ambientalistas execram a pecuária, vide, por exemplo, A carne é fraca, mas ela é a única salvação para uma série de espécies. O jeito é pesar se eles preferem animaizinhos felizes e mortos ou infelizes e vivos. Mais uma vez, não é um dilema fácil.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Por muito menos que isso...
... qualquer governante da oposição ao Lula já estaria sendo execrado em praça pública.
Já que pedir que a oposição haja é pedir demais, espero que um pouco de racionalidade alcance a imprensa nacional no próximo quadriênio.
Mapa interessante
terça-feira, 23 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Quem avisa amigo é ...
ou o que não fazer para ser rico.
Espero que nossos governantes tenham bom senso e evitem os maus exemplos dados por seus amiguinhos.
Uma batalha por corações e mentes que gostaria de ver aqui
Quando um organismo geneticamente modificado (OGM) pode ser a chave para a erradicação de uma espécie invasora chegamos a um dilema que o ecochato terá que enfrentar.
Que os ecochatos têm a dizer sobre o assunto?
Ps: Pergunto-me se as muitas mortes que podem ser evitadas contam para os nossos nobres ecologistas contra os OGMs.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Biodiversidade
Como sabem, sou do tipo que acredita que a biodiversidade só ganha com os transgênicos e, muitas vezes, discordo dos preservacionistas, mas tenho que dizer que não esse artigo não é dos mais precisos ao considerar apenas aspectos locais.
Até por critérios de segurança, talvez a melhor palavra seja precaução, o ideal é que não se deixe extinguir nenhuma espécie no planeta. Ter mais do mesmo pelo mundo é bastante ruim, seja estética, científica ou economicamente. Sem falar na nossa responsabilidade como "elemental".
Mantendo a intempestividade
Se até o Villas Bôas-Corrêa resolveu meter o bedelho, por que não eu. Vamos falar da final do vôlei feminino, então.
Tal qual o Chico Buarque, que perdeu o particular para ganhar o genérico - o que é ridículo, diga-se de passagem - , o Brasil pode ser chamada de melhor seleção do mundo, no geral, apesar de ter perdido o campeonato no domingo.
Não creio que tenha sido o cansaço o responsável pela derrota, mas questões técnicas. A grande arma do Brasil sempre foi o ataque rápido e, por isso, imprevisível que mescla a força européia à velocidade asiática. Vale tanto para o feminino quanto para o masculino. Pois bem, essa força este ausente no campeonato do qual estamos tratando.
Apesar de Jaqueline e Fabi serem duas espetaculares jogadores na defesa e recepção, não estiveram bem nas finais, os dois únicos jogos que acompanhei, o que impediu um fogo mais elaborado por parte da levantadora Fabíola. Só por isso nossa seleção sofreu para ganhar do Japão e perdeu da Rússia.
O fato das eslavas não terem massacrado o Brasil mesmo com as dificuldades para utilizar o nosso jogo característico é um indício de que nosso time é melhor do que o delas. É tudo o que posso dizer para defender a minha "chicanização" do qual é melhor.
E sempre haverá o choro do se... se a Paula Pequeno estivesse lá ... se a Mari estivesse lá... se a Fofão estivesse lá .... blá, blá blá.
As circunstâncias venceram, enfim, e não falo mais nisso.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Ao estilo brasileiro, comentário
Fazendo um breve comentário sobre a Fórmula 1, ao estilo brasileiro, que nessa categoria andam chegando atrasados faz tempo.
Folgo em saber que os piores perderam, o que já não é pouco.
E o Marketing sobre Rodas, que é como Fábio Seixas, na Folha de sexta (assinantes leiam aqui), chamou a equipe Red Bull, triunfou bonito, levando tudo e mais um pouco sem fazer jogo de equipe.
A coisa não poderia ter ficado mais feia para as Ferraris da vida.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Três cenários pretéritos
O ruim, o muito ruim e o péssimo.
Ruim
Um banco insolvente vende quase 50% de suas ações a um banco público e somos obrigados a engulir o prejuízo. Muita gente dos dois bancos leva para casa o nosso dinheirinho. O mundo é dos espertos, diriam eles.
Muito ruim
Um banco insolvente vende quase 50% de suas ações a um banco público e somos obrigados a engulir o prejuízo. Só gente do banco insolvente leva para casa o nosso dinheiro para casa. O mundo e dos espertos e nasce um funça otário a cada dia. E eles cuidam de bilhões de reais por ano.
Péssimo
Um banco solvente vende quase 50% de suas ações a um banco público. Um ano depois esse banco é insolvente e somos obrigados a engulir o prejuízo. Ninguém dentre os que estão nos bancos leva nosso dinheiro para casa. E eles cuidam de bilhões de reais por ano.
Não sei, sinceramente, para qual torcer.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Buracos negros de fundos
Não é de hoje que venho criticando o modelo de administração dos clubes brasileiros. O fiz recentemente aqui, mas foi apenas mais uma vez entre muitas. Sempre faltam, entretanto, elementos mais científicos às minhas conclusões. Não tenho dados à mão ou vontade de enveredar por esses caminhos de forma mais profunda.
Há, porém, quem os tenha. Emerson Gonçalves , por exemplo, e, eventualmente, Cristiano Costa. Este último, com dados do primeiro, chegou à receita média por torcedor no futebol brasileiro. Não é de espantar que o clube que conseguiu criar o maior programa de sócios-torcedores do país, o Internacional, seja disparado aquele que consegue a maior arrecadação per capita.
Cabe aos clubes faturar com sua imagem, não às assim chamadas "organizadas" e demais caronas na credibilidade alheia. A função do torcedor é financiar as equipes, através de várias ações, como compra de ingressos e camisas oficiais, e não ser financiado por elas, mas aqui no subcontinente latino-americano parece que essa ideia básica não vingou. Basta o horror de ler coisas como esta para perceber.
Enquanto as organizadas forem escoadouros de recursos de nosso clubes, ainda presos entre a lógica empresarial de administração e a política, eles não conseguirão realizar o potencial técnico que as nossas equipes mereceriam ter. Veremos nossas promessas rumar para o exterior e poderemos só lamentar.
O Internacional parece ter vislumbrado a saída, cabe aos demais segui-lo ou ultrapassá-lo. Cabe a nós torcer por isso.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Piada geek
Entre um delírio e outro causado pela febre que me acometeu desde a quinta-feira passada até o fim do final de semana, assisti um bocado de televisão.
O que achei mais interessante foi um sobre o mecanismo de formação de moléculas no universo. Basicamente disse que tudo que não é hidrogênio foi formado pelas reações ocorridas dentro das estrelas, sendo que qualquer coisa mais pesada que o ferro origina-se dos catastróficos eventos chamados supernovas (aqui e aqui) e que esse mesmo ferro é o responsável direto das explosões.
Com base nesse novo conhecimento bolei a piada que usarei assim que estiver em um evento geek. É a seguinte:
Sabe o que a estrela estressada disse para a outra?
-Estou ferrada, acho que vou explodir.
Tá bom, não têm graça nenhuma, mas as minhas piadas não geeks também não têm,então continuo mantendo o padrão.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Olha o bambu
A desculpa de que o problema é com essa gente bronzeada acabou de cair. Deve ser apenas com alguns bronzeados.
O Conselho de Segurança fica menos longe, mas ainda impossível de ser avistado. Convém começar e se preocupar com as trapas, pois bambus podem estar a caminho.
Malandragem dá um tempo, já diria o filósofo, deixa essa tal de sujeira ir embora.
Para quem não ouviu o comentário
A chance de ficar sabendo o que é a drenagem de recursos para Brasília na visão de Lúcia Hipólito.
E a quem apóie a volta da CPMF. Afinal, coitadinho do governo, não tem dinheiro para fazer um bom trabalho na saúde, na educação, na cultua, etc...
Inepto
Diz o Houaiss:
Datação
a1543 ASáUG 200
Acepções
■ adjetivo
1 que denota falta de inteligência
Ex.:
2 desprovido de sentido; absurdo, confuso, incoerente
3 Rubrica: termo jurídico.
que não produz efeitos jurídicos por não atender às exigências legais (diz-se de petição inicial, denúncia ou queixa)
■ adjetivo e substantivo masculino
4 que ou aquele a quem falta aptidão
5 que ou aquele a quem falta inteligência; idiota, imbecil
Etimologia
lat. inéptus,a,um 'inábil, desajeitado, parvo, tolo, inoportuno, enfadonho, impróprio para'; ver apt-
Sinônimos
como adj. e ou subst.: ver sinonímia de tolo
Antônimos
capaz, sensato; como adj. e ou subst.: ver tb. antonímia de tolo
Parônimos
inapto(adj.)
Dito isso, deem uma olhadinha no artigo veiculado por Josias de Souza.
Datação
a1543 ASáUG 200
Acepções
■ adjetivo
1 que denota falta de inteligência
Ex.:
2 desprovido de sentido; absurdo, confuso, incoerente
3 Rubrica: termo jurídico.
que não produz efeitos jurídicos por não atender às exigências legais (diz-se de petição inicial, denúncia ou queixa)
■ adjetivo e substantivo masculino
4 que ou aquele a quem falta aptidão
5 que ou aquele a quem falta inteligência; idiota, imbecil
Etimologia
lat. inéptus,a,um 'inábil, desajeitado, parvo, tolo, inoportuno, enfadonho, impróprio para'; ver apt-
Sinônimos
como adj. e ou subst.: ver sinonímia de tolo
Antônimos
capaz, sensato; como adj. e ou subst.: ver tb. antonímia de tolo
Parônimos
inapto(adj.)
Dito isso, deem uma olhadinha no artigo veiculado por Josias de Souza.
Só tenho uma dúvida agora. INEP é sigla ou abreviatura?
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Mais que corno, torcedor
Em seu artigo na Folha de terça (assinantes leiam aqui), John Carlin proseou sobre a necessidade dos torcedores de iludir-se com a possibilidade de que os atletas profissionais estejam jogando em seus clubes por amor à camisa e não por dinheiro. Pediu já no título que não pisoteassem sonhos.
É certamente um conta-senso, talvez possível apenas no Brasil, já que aqui,, como dizia Tim Maia, prostitutas e traficantes, em pleno serviço, dão-se ao desfrute de, respectivamente, gozar e cheirar.
Não serei o último a saber, estão conosco não por amor. Sendo mais pragmático, prefiro aceitar que todos estão em meu time pelo dinheiro. Bons profissionais são aqueles que empregam o máximo de seu esforço para satisfazer às expectativas daqueles que os contratam. Para mim já estria bom demais se todos fossem deste tipo. Para que beijar a camisa e jurar amor eterno se o tal amor é motivado pelo holerite e é eterno à Vinicius de Moraes, enquanto dura a conta bancária. Cumpram seus contratos direitinho e serei grato "posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure.)"
E, este ano, o Brasileirão já foi. Tenho, porém, o que comemorar, pois títulos vieram.Vamos celebrar, então, que o sono já está me levando a capacidade de dizer coisa com coisa.
Para celebrar a boa música e a ingenuidade dos torcedores mundo afora, Tim Maia e Vitória Régia, "Não quero dinheiro". Era e continua bom.
Para celebrar a perspicácia da maioria dos eleitores paulistas, que preferiram ver Netinho atentando contra os tímpanos a contra a legislatura federal, o próprio, "Que dure para sempre". Tá ruim, mas tá bom; melhor aqui que no Senado.
Não serei o último a saber, estão conosco não por amor. Sendo mais pragmático, prefiro aceitar que todos estão em meu time pelo dinheiro. Bons profissionais são aqueles que empregam o máximo de seu esforço para satisfazer às expectativas daqueles que os contratam. Para mim já estria bom demais se todos fossem deste tipo. Para que beijar a camisa e jurar amor eterno se o tal amor é motivado pelo holerite e é eterno à Vinicius de Moraes, enquanto dura a conta bancária. Cumpram seus contratos direitinho e serei grato "posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure.)"
E, este ano, o Brasileirão já foi. Tenho, porém, o que comemorar, pois títulos vieram.Vamos celebrar, então, que o sono já está me levando a capacidade de dizer coisa com coisa.
Para celebrar a boa música e a ingenuidade dos torcedores mundo afora, Tim Maia e Vitória Régia, "Não quero dinheiro". Era e continua bom.
Para celebrar a perspicácia da maioria dos eleitores paulistas, que preferiram ver Netinho atentando contra os tímpanos a contra a legislatura federal, o próprio, "Que dure para sempre". Tá ruim, mas tá bom; melhor aqui que no Senado.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Melhor seria não tentar...
... a dar uma explicação como essa.
Se fosse mineiro, teria vergonha de que falassem que não consigo raciocinar e tenho rancores quando um dos meus é derrotado nas indicações partidárias.
E o pior de tudo e que demonstra saudades da época do café-com-leite.
Como cientista político, esse Cristiano Machado Gontijo deve ser um excelente bioquímico.
Chauí não é muito boa de geografia
Basta olhar no mapa, aqui, por preguiça, indico o que está publicano no Reinaldo Azevedo, e verificar. Aquilo que Chauí disse em seu manifesto anti-Serra ( de que os rincões onde prosperam os latifúndios votariam com o PSDB) não está nem perto da realidade.
Ou estará quando começarem a mudar o significado de latifúndio para adequá-lo ao que diz a "guru" petista. Aí o Triângulo Mineiro passará a não ser uma região de pastagens, assim como o interior de Goiás ou do Mato Grosso. E as zonas mais densamente povoadas do Sudeste serão consideradas rurais, como a Vila Mariana, por exemplo.
Como se vê, geografia realmente não é o forte da filósofa preferida de 11 entre 10 petistas.
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