quinta-feira, 7 de abril de 2011

Para quem abomina o sexo

É pior isso:


Ou isso:



E o FDP, na carta com seus últimos desejos, dizia-se puro, jeito idiota de referir-se a virgem.

domingo, 3 de abril de 2011

Computando os custos

Coloque aí no cálculo de custos das usinas nucleares, um raio de 50 quilômetros de terrenos inservíveis para viver ou produzir.
É apenas um risco, mas tem que entrar no planejamento. Será que é devemos seguir buscando isso quando não necessitamos desesperadamente?

sábado, 2 de abril de 2011

Conta trágica

Parece que lá no Afeganistão uma vida humana está valendo um dezessete avos de Corão, e baixando.

A "farsa" continua rendendo reportagens

Como podemos conferir na Época, a PF não está sendo competente em desmontar aquilo que o chefe do chefe da quadrilha, nas palavras de um procurador geral da República, chama de "farsa".
O mais surpreendente para mim, no entanto, é ver um personagem que afirmou certa vez não se fazer política sem por a mão na merda, Paulo Betti, apontado como beneficiário do esquema.
Teria ele feito política?

segunda-feira, 28 de março de 2011

Depois do Tempestade no Deserto...

Obama nos apresenta o Denorex no Deserto: parece uma guerra, cheira como uma, mata como uma, mas não é uma, é apenas uma intervenção humanitária.
Que beleza, né? A criatividade humana é muito poderosa para inovar na retórica.
Link

Previsões do Mankiw

Levam-nos a pensar que os EUA serão o Brasil ontem. E, se as coisas seguirem como estão, amanhã.
Espero que esteja errado, mas fica difícil de apostar nisso com os montes de indícios que vemos por aí.
E será seguido por outras economias grandes, como a da Inglaterra, onde houve protestos neste final de semana para impedir o corte de gastos do governo.

domingo, 27 de março de 2011

Patinho feio

Neste final de semana, tirei minhas horas para fazer o que faço melhor, nada. Dormi pra caramba, e ainda estou com sono, e assisti muita televisão. Por uma conjuntura de questões, foi quase uma overdose de Princesa Leia, ou melhor, da atriz que a interpretou, Carrie Fisher.
Assisti seu show autobiografico, Wishful Drinking, e suas entrevistas sobre uma de suas madrastas, a recém-falecida Elisabeth Taylor. Dado que Carrie foi uma sex symbol para um bocado de gente, isso pode soar estranho, mas deve ter sido difícil crescer naquela família sendo a patinho feio.
O pai da menina era tudo, menos bobo. Além de Taylor e da mãe de nossa personagem do dia, que para que não sabia, como eu até agora pouco, foi a estrela de Cantando na Chuva - musical que devo admitir que gostei, inclusive pela performance original de Sempre Rir, aquela mesma que foi cantado pelo Bozo durante muito tempo -, como pode ser visto no trailer abaixo, andou casando com misses e outras belas senhoras.
Os padrastos não eram menos espertos. Um deles serviu de inspiração para o personagem de Alec Baldiw em Uma Loira em Minha Vida e, consequentemente, a citada loira, cujo codinome na meca do cinema era "O Corpo" - no filme Kim Bassinger -, também rodeava Carrie.
Difícil não, quase impossível crescer sem a sensação de ser a feinha da família. Não que fosse um bagulho, mas concorrência era da pesada. Problemas psicológicos ela teve de monte, só não sei se se pode dizer que essa foi a causa. Apostaria que, se não foi a principal, já que não apenas a beleza a rodeava, mas todo um ambiente conturbado, algo teve a ver com suas internações durante a vida.
Resta-nos algumas imagens para comparar:





sábado, 19 de março de 2011

Para nós, eleitores paulistas, que infringimos Tiririca ao Brasil ...

... Chalita até que é um mal menor, mas cabe guardar na memória este texto. Pode ser que, dentro de alguns anos, ele passe a ser o político com o pai mais pobre e mais analfabeto da história desse pais.
Não seria a primeira plástica autobiográfica feita nestas paragens, não é mesmo?

De outros carnavais

Algumas semanas escrevendo macros, e um Carnaval no meio do caminho, fizeram que as leituras deste blogueiro, e postagens consequentemente, ficassem completamente defasadas. Aos poucos vou retomando o ritmo.
Eis que vejo no A Mão Visível uma crítica, que não coaduno, à Total Eclipse of the Heart. A música não é o importante, mas sim a performance do Hurra Torpedo. Lembrou-me um carnaval em Caconde quando, ao comprar algo na loja que ficava exatamente abaixo da cozinha da sobreloja que havíamos alugado como alojamento, perguntaram-me quem tocava bateria entre nós.
Pelo visto, era uma homenagem a uma banda que nem sabíamos existir.

sábado, 12 de março de 2011

Tecnologia? Melhor as contemporâneas às ultrapassadas

Como vemos, os meios de produção de energia mais baratos não são tão em conta assim. Imaginemos quanto custará a contenção de danos e as medidas paliativas para contenção de riscos à vida de pessoas e ao do meio ambiente.
Por isso, repito. Melhor seria se o Brasil seguisse utilizando as formas alternativas de energia que só utilizam as forças provenientes da radiação solar, mediada ou não, e esquecer esses sonhos nucleares no lugar de onde não deveriam ter saído, a gaveta dos projetistas de novas usinas.
Por que voltar ao uso de tecnologias que começaram a ser abandonadas pelos países ricos no terceiro quartil do século passado? Queremos, a todo custo, provar a alguém que somos mesmo atrasados?

(erro ortográfico corrigido em 22/07/2011)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Colocando as coisas em perspectiva

Segundo apontou Celso Ming, no Estadão de domingo, o mesmo valor, fictício, que o governo espera cortar do orçamento deste ano é o gasto feito para importar inflação, 50 bilhões.
E ainda há quem diga que é um governo pró-povo, pode?

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Aumentos no transporte

Está aqui uma das lutas que parecem justas, mas não estou nem um pouco a fim de lutar.
Tarifas de transporte são, no campo utópico, uma das coisas que não deveriam existir. Limitam o direito fundamental de ir e vir, aumentam o custo total da sociedade e impactam mais quanto mais pobre for o usuário. Só que, como quase tudo em que os sindicatos põem as mãos, a luta está completamente partidarizada, o que é muito diferente, e pior, do que politizada.
Dando nome aos bois, Luiz Marinho, o prefeito de São Bernardo e queridinho do PT paulista - que investiu mundos e fundos para que este capturasse a prefeitura -, reajustou os ônibus da minha cidade de 2,3 reais para 2,9, majoração maior, portanto, do que os da prefeitura (ônibus) e estado (metrô e trens metropolitanos) de São Paulo. Alguma palavra na mídia ou passeata nas ruas? Para encurtar, não.
Abro o jornalzinho Metrô News hoje e há uma convocação assinada por várias entidades para Ato Contra Aumento das Tarifas, alguma citação a Marinho? Para encurtar, não.
Então ficamos assim, quando a causa for política, e não querendo dividendos partidários, corre o risco de ter meu apoio. Caso contrário, prefiro ficar no conforto de meu sofá velho.

Se liga Brasil

Folha artificial, algo que poderia quebrar toda a cadeia de agroenergia naciaonal. E não tenho notícias de que ela está sendo pesquisada por aqui.
Será que deixaremos a cabo da sorte a manutenção de milhares de empregos?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

E, finalmente ...

... os jornais explicam o que o governo anda fazendo. Estou comentando com um certo atraso, mas eles estão ainda mais retardatários do que eu.
E, voltando ainda mais ao passado e descontando todas as mudanças estruturais que ocorreram desde aquele tempo, continuo pensando que o prefiro valorizado.

Aos micareteiros

Preparem os passaportes.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Incentivos

Se colocassem uma dessas em cada central de atendimento ao público e retirassem 25 reais do bolso do atendente (acho que é essa a taxa de câmbio atual) para cada atendimento ruim, seríamos o paraíso dos clientes.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Brasil: potência exportadora

Ou seria importadora de idéias na contabilidade?
Só sei que a contabilidade criativa está prosperando muito nas vizinhanças.

Aquilo é um corno

Foi com essa expressão que um colega baiano respondeu-me a minha pergunta de como estava a administração Wagner.
Pensei cá comigo, será que está tão ruim assim. A resposta pode ser inferida da reportagem abaixo.




Há algum tempo, li que a expressão corno surgiu do fato de que, se descobrisse e nada fizesse, os maridos traídos eram punidos com chibatas no Pelourinho da cidade, usando um chapéu com chifres. Existem explicações mais poéticas, como essa, mas a raíz da coisa está na falta de atuação, por desconhecimento ou por omissão.
Nesse sentido, alguém que não está atuando na segurança ou, segundo o especialista ouvido na matéria, em qualquer outra área de interesse social bem que merece a alcunha.
Imagino que o colega baiano deva estar bradando agora:
-Aquilo é corno e meio.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Cuidado com o que se pretende

"Anunciou que não deixará o cargo antes do fim do mandato e que não pretende sair do país, onde pretende morrer".
Na situação dele, preferiria não dar idéias.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Contabilidade criativa

Não poderia ser mais apropriado o nome do pode vir a ser o "livro" do Mantega: Manual da Contabilidade Criativa.
O oximoro é muito adequado aos métodos daqueles que cuidavam da contabilidade da Enron, do Panamericano e fizeram com que aparecem bilhões de reais de receita para o governo (se eu tiro de uma mão e passo para a outra de um mesmo dono trata-se de receita, não?).
Os dois primeiros casos foram considerados tão criativos que muitos chama de fraude. O terceiro não tenho certeza ainda, mas pode ser que uma olhadinha mais apurada diga o mesmo.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

E depois não sabe porque estoura o orçamento

O presidente do COB, em entrevista que vi hoje (cito de cabeça):
"Para o Panamericano tivemos 4 anos e 10 meses para nos organizarmos, para as Olimpíadas teremos 6 anos e 9 meses, são quase três anos a mais para nos prepararmos".
São esses senhores que controlam os orçamentos de nossos mega-eventos, e, com aritméticos dessa magnitude, ainda nos surpreendemos quanto há superfaturamento e estouro das contas. Nós merecemos mesmo.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Tirando a beleza da solidariedade humana

Eu acho praticamente um acinte que se faça campanha para arrecadação de donativos para os atingidos por tragédias "naturais" quando os governos estão tendo recorde após recorde de arrecadação de impostos, ano após ano.

Corrigido em 27/01/2011,às 16:36hs

sábado, 22 de janeiro de 2011

sábado, 15 de janeiro de 2011

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Talvez em 60 dias ...

... ,se a Procuradoria Geral da República liberar as motivações do MRE, caso, é claro, se ele cumprir as recomendações que fez, para a concessão de passaportes diplomáticos a pessoas que, a princípio não os mereceriam. Algumas razões cabalísticas serão então reveladas aos simples mortais.
As recomendações são as seguintes (integra do documento aqui):

O Ministério Público Federal RECOMENDA ao Ministro de Estado das Relações Exteriores, nos termos do artigo 6º, inciso XX, da Lei Complementar nº 75/93, que determine a adoção das seguintes providências, a serem concluídas no prazo de 60 (sessenta) dias:
a) identificação de todos os passaportes diplomáticos concedidos a pessoas não elencadas expressamente no art. 6º, incisos I a XII, do Recgulamento de Documentos de Viagem, no período de 2006 a 2010;
b) em relação aos passaportes diplomáticos concedidos com fulcro nos §§ 1º a 3º do art. 6º do Regulamento de Documentos de Viagem, verificação da regularidade da concessão, considerando-se:
b.1) a confirmação de que o beneficiário é cônjuge, companheiro ou companheira ou dependente de pessoa elencada nos incisos do mesmo artigo;
b.2) a existência de motivação idônea e adequada para a concessão, que tenha levado em conta as peculiaridades do país onde os beneficiários estejam a serviço, ou
b.3) a existência de motivação idônea e adequada para a concessão, levando-se em consideração a relação da atividade do beneficiário com o interesse do país;
c) no exercício do dever de autotutela da Administração Pública,determine a anulação dos atos de concessão e o cancelamento/recolhimento dos passaportes diplomáticos que tenham sido concedidos a pessoas não relacionadas nos limites objetivos do Regulamento, ou sem motivação idônea e adequada quanto à presença dos elementos condicionantes e balizadores do ato previstos nos §§ 2º e 3º do artigo 6º do Regulamento, em especial a relação do ato com o interesse do país;
d) ao final, determine seja apresentado a esta Procuradoria da República o resultado das verificações realizadas, informando-se a relação dos atos de concessão identificados na forma dos itens b) e c) acima e as providências adotadas.

Adoraria saber qual foi a razão do ato que motivou minha primeira pergunta na postagem desse link.

Para a galera visual

Uma demonstração excelente da força da especialização para o bem-estar humano.
Essa ideia do "cérebro coletivo" é realmente poderosa, e essa demonstração é indício, para mim prova, de sua veracidade.

PS: durante o vídeo fiquei muitas vezes com a aquela pergunta no ar, ao melhor estilo Esquadrilha Abutre. Não é o melhor dia para o meu entendimento do inglês.


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Passaporte diplomático

Com quatro meses de idade.
Fico imaginando o importante que é, para o país, que ele nos represente no exterior.
Se o outro era o Ronaldinho, esse deve ser o Sly.



terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Vintage está na moda

Ao menos no meu mundo virtual de hoje, com vídeo e texto.

Sobre como o novo fica velho mais cedo que o velho, leiam aqui.

E para ver crianças francesas espantadas com nossas velharias de última geração (de uma ou duas gerações atrás), vocês sabem como é, clique logo abaixo:



segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Sudão do Sul

Alguns veículos internacionais dão como favas contadas a secção do maior país da África, mas está aí algo que quero ver para crer.
Poucos ditadores veriam as reservas petrolíferas sobre as quais tem controle serem transferidas para outrem e não espernear, normalmente com uso de armamento pesado. Não vejo o porquê de Hassan Al-Bashir fazê-lo.
Se a idéia do plebiscito deve lhe ter parecido uma boa maneira de acabar com a hostilidade com a guerrilha do sul, a concretização da separação da área rebelde pode lhe tirar muito dinheiro.
Veremos o resultado, temo, porém, por mais derramamento de sangue proximamente.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Dois pesos e nenhuma medida

"Quando o Supremo Tribunal Federal , que é a instância máxima do Judiciário, age de forma absolutamente ilegal e ditatorial como agora, cria-se a pior das situações, pois não há mais a quem recorrer"

Essas palavras foram pronunciadas por uma pessoa que distorceu a lei, a lógica e o parecer de uma
comissão que existe apenas para saber se uma pessoa é refugiada ou não
, Tarso Genro. Entende, pois, de decisões ditatoriais e, parece, não se entende muito bem com as leis, pois sua decisão foi prontamente revertida pelo STF.
Não é curioso?
Sorte dele que já não se recomenda internação nos casos em que se perde o pé com a realidade. Poucos anos atrás, os alienistas estariam chegando, tal qual os alquimistas.




"Evitam qualquer relação com pessoas de temperamento sórdido, de temperamento sórdido, êê, êê".
Ou não.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

É questão de dar-se valor

E lutar pela própria valorização.
Assisti ontem, na Bloomberg, entrevista com Porter Bibb comentando pechincha que a ESPN estaria pagando pelo acordo de transmissão do Monday Night Football à NFL, em todas as mídias. A bagatela de dois bilhões por temporada. De dólares. Dá mais de cem milhões por jogo.
Resumindo, na pechincha que é esse contrato para o analista, a NFL recebe mais por uma partida do que o Campeonato Brasileiro vale por temporada.
Será que isso explica um pouco da horripilante situação financeira dos clubes de futebol brasileiros?

Na camarinha

Nunca falta lugar para os amigos.

Superintrigante

Alguém pode me explicar como eles chegaram ao resultado da equação:
Foge à minha parca capacidade cognitiva.

É necessário confirmar, mas ...

Parece ainda haver juízes em Brasília.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Burro pra caramba

Uma imagem vale por um milhão de palavras:



Mas ainda acho que o pior é quem contrata.

Concordo

Com restrições.
Mas, a partir do "Mantega está duplamente equivocado", concordo com tudo. Ainda mais pelo modo como inicia-se o período.

Personalismo exacerbado

Não vou aqui combater a discricionaridade dos governos para tomar decisões de interesse do "povo", essa entidade tantas vezes deturpada por palavras sem significado proferidas em discursos a torto e a direito, mas o que nos vêm chegando aos olhos e ouvidos é por demais ridículo para que fiquemos calados. Após a crise diplomática causada por decisão aloprada da cúpula dirigente deste país (dêem uma olhadinha no editorial de O Globo), agora as seguidas provas de beneficiamento da ex-primeira família à margem do previsto em lei.
Será mesmo que é do interesse do país que filhos de ex-presidentes tenham passaporte diplomático? Seriam eles pessoas melhores do que as demais não-autoridades do país para terem tratamento diferenciado nas imigrações de outros países?
E será do interesse das Forças Armadas que civis fiquem circulando em suas instalações? Isso não seria deletério para a manutenção da disciplina da tropa?
Sabemos que para todas essas decisões não foram os fatores técnicos que levaram às opções tomadas. E que, provavelmente, todas as instâncias jurídicas, se consultadas, alertariam para a quebra do princípio da impessoalidade no direito administrativo, mas, devem pensar, para que a impessoalidade se temos 150% de popularidade?
Não sei a resposta, mas chutaria que para o cumprimento da lei, missão primeira de qualquer autoridade constituída de uma nação em pleno estado democrático de direito. Parece, no entanto, que democracia e direito, em qualquer de suas acepções, não são das palavras mais amadas pelos nossos governantes. Preferem idolatria, pátria - que, lembremos, é o último refúgio dos canalhas -, e líder.
Mas o "povo" assim o quis. Deve estar gostando do que está vendo.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Nada que um estacionamento não possa suportar

Um trilhão de dólares em imagens que, infelizmente, só terei acesso pelo computador e desenhadas.
Apesar de todos os esforços em contrário, acho difícil que o dólar americano chegue perto do seu primo do Zimbabwe.

Mal casadas

Agradecendo também à Camila, vemos que o discurso pode ter só encoberto velhos anseios, ao menos na Europa.
Será que essa pesquisa da London School of Economics foi Maluf que fez.

Pense antes de falar para algumas pessoas

Como sempre, Lula terceirizando os custos de suas decisões.
E há quem diz morreria por ele. Eu pensaria duas vezes ao fazer afirmações como essas. Embora não cumpra as palavras que solta ao vento, Lula, como aliás grande parte de seus parceiros, é muito bom em cobrar as alheias.

E algo do que foi definido pelo jornalismo de contraditório, no caso ao que diz nossa instituição governamental.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Três décadas perdidas

Imaginem ficar 31 anos preso, sendo inocente. Foi esse o pesadelo de Cornelius Dupree Jr., em uma prisão do Texas.
E a advogada ainda fala de uma possível ameaça à sociedade devido ao verdadeiro criminoso estar solto. Quer ameaça maior do que o roubo de três décadas de uma pessoa pelo Estado que é pago para protegê-la?

Suposto assassino?

E a praga do "suposismo" não pegou apenas o jornalismo brasileiro.
El País, mostrando o sujeito, acha que a foto é apenas do presumido bandido. O que será necessário no futuro para dar nome aos bois?
Imagino a cena, mais ou menos como na Escolinha do Professor Raimundo, protagonizada pelos editores dos jornais.


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

E por falar de ditaduras em ação

Leiam trecho do artigo de J. R. Guzzo dessa semana, em Veja:

O mundo dos intelectuais, artistas e gente de cultura ficaria chocado, ou deveria ficar, se prestasse um pouco mais de atenção ao que está acontecendo com o cineasta iraniano Jafar Panahi. Ele foi condenado a seis anos de prisão por ter dado apoio ao candidato da oposição nas eleições de março de 2010 ─ mas isso é só uma parte do seu problema. Panahi também foi proibido de filmar pelos próximos vinte anos; não poderá escrever roteiros para outros cineastas, nem viajar para o exterior, nem dar nenhum tipo de entrevista. Vai ficar vivo, mas terá de morrer profissionalmente.

É o “amigo Ahmadinejad” em ação.

Como os "eleitos" da história tratam aos seu objeto de salvação

E há quem os idolatre, aos "eleitos", ainda hoje.

Boa notícia

Enfim o ano começa bem. Se ficasse só na parte de conceder à iniciativa privada seria melhor, mas tem que enfiar um novo ministério no meio. É que não se poderia querer que só fizesse coisa boa, afinal veio de onde veio.
E aproveite para dar uma olhadinha no vídeo que vai logo acima da notícia que lincada. Dá para dar umas risadas.

R$ 2636,06

Se entendi bem, esse é o valor de um diploma universitário para o mercado de trabalho no Brasil.

No porn in my screen

Não bastasse a superexposição de Dilmas na tv, que seria suficiente para brochar qualquer um que queira pensar em sexo, há razões políticas.
Somadas as razões, só uma coisa a ser dita: Hoje não, benzinho, estou com dor de cabeça.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Que não se pareça mais ainda

Três facções criminosas lutando pelo controle do tráfico.
Policias corruptos e honestos se degladiando.
Forças armadas chamadas a intervir.
É México, mas poderia se chamar Brasil. Só que lá as coisas estão ainda piores, como podemos ler aqui.
Deixar que segurança pública seja tratada como uma guerra faz que cenas como as vistas lá sejam comuns. Torçamos para que a chamada inflexão no combate à violência no Rio, e em outras praças, não seja para pior.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Enquanto isso, em um tempo muito distante do Brasil

Time Magazine´s tech hype bet do ano que vem.

Que esperar de um cara chamado de "o papa da antiglobalização"?

Nada muito inteligente, é claro, mas isso????
Aí é descer demais, não? E tem quem quisesse dar o Nobel para ele.

E quanto ao vídeo de ontem

O livro, aparentemente, está com previsão de lançamento para outubro - isso mesmo, outubro - de 2011, e ainda dizem que as coisas estão andando à velocidade da luz nos dias de hoje, para nos dar mais informações sobre a importância do comércio para a espécie humana.
Por enquanto apenas uma anotação sobre o vídeo mesmo. A capacidade não só de criar, mas de manter, a tecnologia depende do que o palestrante chama de "cérebro coletivo", ou seja da constante troca de idéias. E há quem prefira fechar-se em caixinhas. Têm lógica?

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Para os desocupados do feriado

Dias de feriado, especialmente o réveillon, são pouco férteis para assistir a grandes vídeos. Alguns estão com a cabeça cheia de álcool, outros com a vida cheia de afazeres, como levar os parentes do interior (lembranças do Banco Imobiliário) para passear.
Se você não estiver com nada cheio, assista à palestra de Matt Ridley ao Cato Institute. Idéias muito interessantes sobre o poder do comércio e da colaboração.
E, muito bom nestes períodos de renovação das esperanças, prevê um futuro melhor para o ser humano.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Perplexidade

Fiquei perplexo na quinta-feira, quando arrombaram minha casa e não levaram nada - o que pode ter sido motivado pelo mesmo ter acontecido na quarta, quando me aliviaram de uns poucos objetos -, mas saber que invadiram um serpentário e que 170 víboras peçonhentas estão desaparecidas faz-me ver que há muita coisa estranha neste mundo, mesmo.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Os europeus fazem bem feito

Primeiros os nazistas, que, ao que consta, usavam restos cadavéricos dos indesejados para vender e lucrar, agora os kosovares e albaneses.
Em matéria de barbárie, os europeus são também professores.
E ainda temos que ver produzidas coisas como essa.


quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Fisiologismo

Sempre recorrendo ao Houaiss:

Acepções

■ substantivo masculino

Rubrica: administração, política. Regionalismo: Brasil. Uso: pejorativo.

conduta ou prática de certos representantes e servidores públicos que visa à satisfação de interesses ou vantagens pessoais ou partidários, em detrimento do bem comum
Etimologia
fisiologia + -ismo; ver fisi(o)-



Provavelmente por ter uma formação em Esporte, consequentemente em biológicas, essa palavra é das que mais me dói ao ler o noticiário político brasileiro. Uma palavra tão nobre como fisiologia levada a tão baixa acepção.
Demonstra o quão apodrecida o sistema político está corrompido, se até o desejado para nossa vida cotidiana é transformado em coisa ruim, quem dirá o indesejado pelo restante da população.

Em tempo, fisiologia é:

Acepções
■ substantivo feminino
Rubrica: biologia, medicina.
estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, esp. dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios; biofisiologia


Etimologia
lat. physiologìa,ae 'as ciências naturais, a física', do gr. phusiología,as 'fisiologia, investigação sobre as coisas da natureza'; ver fisi(o)- e -logia

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Outro mapa interessante


Observam-se facilmente três tipos de de vazio:
  1. populacional,
  2. econômico e,
  3. de democracia.
Há também uma área subrepresentada que não corresponde a nenhuma dessas três, o Brasil.
Sempre peculiares a nossa maneira, não é mesmo?

Foi para as costas e ...

...tentou aplicar o mata-leão.



Pena que era futebol e não vale-tudo.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Cadeia neles

As cenas mostradas no blog do Augusto Nunes, nas quais covardes acertam repetidas vezes a cabeça de uma pessoa já inconsciente, nos levam a uma única certeza, temos um país muito complacente com a violência.
Nunes diz que a solução é um binômio educação-punição, mas discordo. Tentar incluir educação aí seria admitir que os imbecis que estão assassinando o garoto desfalecido não sabiam estar fazendo algo errado e, sabemos, isso não é verdade.
Diz a apresentadora que o ocorrido foi na saída de uma competição de artes marciais. Qualquer das ações dos bandidos será severamente punida em tais eventos. E eles tinham conhecimento disso. Qualquer das ações seria severamente punida caso a polícia brasileira resolvesse crimes. E eles tinham conhecimento disso. Temos um caso, portanto, de certeza de impunidade, e isso não diminui com mais educação. Pode até, pelo contrário, aumentar.
O meio racional para impedir atos asquerosos como esses é mais polícia investigativa, que extingua a certeza de impunidade desses bandidos. Qualquer outra solução é coméstica.

domingo, 5 de dezembro de 2010

sábado, 4 de dezembro de 2010

Ainda bem

Se o governo decidiu não deixar o exército muito tempo no Complexo do Alemão, acatando a sugestão 5 da última postagem, é uma vitória para o bom senso. Algo raro no governo atual e que deve ser comemorado.
Resta saber o que muito tempo para ele e se o pouco já não seria demais.

Veja e o Império: Guerra sem aumento de impostos

Analisando as possíveis lições a serem aprendidas da Guerra do Vietnã, Roskin e Berry sugeriram a seguinte listinha, mal e porcamente traduzida por mim:
  1. Escolha cuidadosamente o governo que deseja ajudar, tenha certeza que é incorrupto e popular;
  2. Não ajude demais. Povos têm que lutar por sua própria liberdade. Se não lutam por si, ficam dependentes, desmoralizados e ressentidos. Quanto mais dinheiro você dá, mais corruptos tornam-se;
  3. Não forneça vistos aos cidadãos locais. Deixe-lhes claro que os Estados Unidos não são uma rota de escape. Se perderem, terão que viver baixo uma ditadura.
  4. Assegure-se de que os nacionalistas locais estão ao seu lado, que os inimigos não tenham os cativado. Se você parecer um colonialista, não terá chance;
  5. Forças armadas não podem não podem ganhar corações e mentes. Um exército faz uma coisa: destruir. Portanto use seu exército moderada e rapidamente e longe dos centros populacionais;
  6. Pesquise a geografia para ter certeza de que essa não dá vantagens aos inimigos, tais como bases aéreas seguras, santuários e rotas para suprir-se;
  7. Lembre-se que os americanos não gostam de guerras longas e perdem a paciência rapidamente;
  8. Obtenha consentimento informado do Congresso para assegurar-se de que ele está o apoiando completamente. Não tente trapacear com um "equivalente funcional a uma declaração de guerra";
  9. Aumente imediatamente os impostos para suprir os gastos de defesa e conter a inflação.
Como vemos, a singela lista foi solenemente ignorada pelo governo Bush e deu no que deu. Mas quero que prestem atenção à sugestão 9.
A revista Veja brada como um sinal de poderio o fato de os Estados Unidos terem conseguido financiar suas guerras atuais sem aumento de impostos. Tirando o fato de que estão perdendo as guerras nas quais se envolveu, por não conseguir estabelecer seus objetivos estratégicos, receberam de presente um déficit que levou a bolhas e ao estado atual de sua economia.
Populismo não é força, senhores jornalistas. Apontar um erro como virtude é querer que erremos também.
Muitas são as forças do Império Americano, essa não é uma delas.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Veja e o Império - As estrelas binárias

Na Veja desta semana, há uma reportagem especial sobre o declínio do Império Americano, expressão pomposa que já até nominou filme Assisti há uns 20 anos e detestei). Na verdade não acho que há muito a se aproveitar na reportagem, mas certas expressões e colocações no corpo do texto chamaram-me a atenção.
Em uma delas se compara ao modo como China e Estados Unidos estão interagindo atualmente com os sistemas estelares binários. Bela imagem não? Passa a imagem de paz e estabilidade.
Vejamos então um desses em ação:



E isso é o que acontece quando uma das estrelas está mais ferrada que a outra:



Parece ser uma boa figura de linguagem para vocês? Desejariam estar em um mundo dominado por essa instabilidade? Nem eu.
Meu veredito, então, é que essa bela imagem foi das mais infelizes já usados na história do jornalismo.

E, para terminar, o trailer de "O Declínio do Império Americano".

Anjo ou demônio?

Chamada de a bomba dos ricos, a de nêutrons aterrorizou militares por um bom tempo na época da Guerra Fria. Gênio que a inventou acaba de morrer.
Se a intenção conta, é possível que esteja em um inferno, caso esses existam. Há, porém, a possibilidade de que o invento tenha diminuído as chances de uma nova guerra na Europa, e, neste caso, um lugar em um paraíso estaria assegurado.
Qual teria prevalecido?

Boa lembrança do Augusto Nunes

Uma das maiores covardias que presenciei por parte de um chefe de Estado.
E há quem o deifique.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Cai a noite no Dia Nacional do Samba

E para comemorar: Candeia.

Ouvido nos corredores do Bolo de Noiva

Pior que tá, não fica.

ATP

O velho trifosfato de adenosina acaba de perder sua exclusividade.
Agradece aos deuses por ter me formado a muito, pois isso deve complicar pacas a biologia.

Muito bom

Para a galera ficar brincando de ver a evolução dos países em diversos indicadores, recomendo.

Prática bárbara

Mas, que tenho certeza, muitos invejam no Ocidente:

Então quem foi?

Se não ela, quem mais?
Realmente, estamos mal.

Eleição

Como na política, também discordo de muitos resultados desta eleição, mas coloco aqui para apreciação geral.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Vale a pena espalhar

Geralmente estes caras do TED falam coisas muito bonitas, mas de difícil prática.
Essa é só mais uma e a resposta de por que não, feita já no final é, na minha opinião, que a formação de uma cultura de maior coesão entre as comunidades divididas nos diversos países seria a sentença de morte para os governos tirânicos que as dominam.

E nem precisam me dar um doce

Ao saber que Amorim foi considerado um dos Top 100 Global Thinkers nada mais venho a minha mente do que a lembrança de um filme.
Compartilho contigo meus pensamentos.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Continua lindo

Mas não mais seguro.
Sem ser um especialista, Sachsida vai ao ponto nevrálgico da questão do exército nas ruas, não adianta deixá-las lá para conviver com a bandidagem. Já o especialista Soares não parece convencido da eficácia do que estamos vendo,como, aliás, muitos não estão, a exemplo do já o observamos no Globo News Painel que recomendei ontem.
Pois, então, a caminhada será longa e dura para recuperar as muitas décadas de descaso com a população favelada. Deixemos os fogos de artifício para o reveillon e, por hora, aquele abraço.


A fala de um dos 100 caras

Amorim sobre multilateralismo:

CA: It's more useful to think about the limits of unilateralism. Because when we see the situation in Iraq, what is the country that has benefited the most from the Iraq invasion? It's probably Iran. Nowadays Iran is seen as the biggest enemy. It's a strange situation.

So unilateralism also has its limits. But with multilateralism, it's like asking, "What are the limits of democracy?" Of course democracy has its limits. Of course sometimes I would like to have things done in one month and they take one year because you have to discuss them with other ministries, with NGOs, with trade unions, with the business class, and so on. So it takes a long time. And sometimes it doesn't happen in the way I have thought precisely. But still it's much better than having an autocrat acting very quickly, even if it's an autocrat with good intentions. I would say that multilateralism is for international politics, at the stage at which we live today, more or less the equivalent of what democracy represents inside states. And people could say the same thing of multilateralism that Churchill said of democracy.

SG: The worst system except for all the others?

CA: Yes.

E o que se pode dizer disso? Que a comparação pode fazer muito sentido teórico, mas, pergunto, não seria o mesmo que dar voto aos meliantes do Complexo do Alemão sobre se a lei deveria tomar conta do pedaço?

Se queremos dar voz aos povos do mundo, não é ouvindo os ditadores que os controlam que conseguiremos. O problema é que ao Brasil, na sua vertente representação externa, não está tão claro que a representação verdadeira não está garantida pelo fato de sentar-se no trono de uma capital.

Condescendência com o crime é ...

..., na maioria das vezes, crime também. Então, coisas como essas, têm que ser muito bem explicadas.
Governo Federal fazendo obra tranquilamente em local onde o poder público não pode entrar já é um absurdo, certamente alguém virou a cara para não perceber o que todos viram, mas os funcionários das empreiteiras que fazem essas obras trabalhando para os senhores da guerra local já é chacota. É o dinheiro público sendo desviado para incrementar a segurança de malfeitores que oprimem brasileiros que pagam os impostos.
Como dizem, por pouco tempo ainda, os Cassetas: Fala sério.

Não sei se é verdade

Que o Barcelona foi o melhor da década, mas ontem fiquei com dó do Real Madrid.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Seu dinheiro vai...

... simplesmente para o lixo ou financia coisas feias e caras, mas há exceções.

Vale a pena ver

O Globo News Painel desta semana foi sobre o surto de violência no Rio.
O detalhe negativo é que ficou muito patente que os especialistas não acreditam nas capas de todas as revistas semanais, que, resumindo, dizem que a guerra contra o crime começou a ser vencida.
Detalhe para o que disse o ex-secretário nacional de segurança pública: nas UPPs há um policial para cada 30 moradores; na Baixada Fluminense, 1 para 10 mil. Não há meios para colocar UPPs em cada esquina.
Vejamos como essa equação será resolvida, ou não.

Palocci, ao que parece, será uma estrela deste blog nos próximos anos

E, hoje, só recomendando a leitura de outra publicação.
Por que não o Ministério da Justiça se, mostram os fatos, ele passará tanto tempo às voltas com os tribunais no próximo quadriênio?

Simples até demais

chamar todos os bandidos do Rio de traficantes é realmente falta de precisão vocabular. A apreensão de mais de 300 motos roubadas demonstra que há pouca ortodoxia na ilegalidade do Complexo do Alemão, para dizer o mínimo. A venda de drogas é apenas mais uma forma de ganhar dinheiro, que, diga-se de passagem, é tão mais lucrativa quanto maior for a repressão à qual está submetida.
E aí que está um dos xises da questão, a estratégia para combater o uso de drogas está errada, pois não será efetiva, não importa quantas favelas forem tomadas da mão de meliantes, mais Estado não mudará a equação. Tóxicos continuaram a serem consumidos e, no máximo, haverá uma mudança no fornecedor.
O outro xis, porém, tem muito a ver com a efetivação do poder estatal nos territórios hoje controlados por bandos armados. Sejam formados principalmente por traficantes ou por milicianos, é compulsório que o Estado retome para si o monopólio do uso da força em todo o território do qual seja controlador apenas teórico, como é caso de alguns morros do Rio de Janeiro.
Então minha receita de bolo é liberar o uso irrestrito de drogas para tirar uma das fontes de receita dos bandidos e atuação mais efetiva nas comunidades pelo poder público constituído.
Tão simples que ninguém conseguiu fazer até o momento.

domingo, 28 de novembro de 2010

Se perguntar não ofende...

... onde vão colocar esse povo todo se as cadeias já estão superlotadas.

A nova ideia do Mantega

Tudo beleza, usar o núcleo da inflação deve servir para algo, ou não seria calculado em tantos países, mas é possível tirar do mesmo os elementos que arrastam os demais?
Pode-se até dizer que os alimentos são muito sazonais, que enquanto um sobe o outro pode cair e etc e tal, mas os combustíveis? Eles não arrastam todos os custos de toda a cadeia de produção para o alto e avante quando resolvem subir?
Minha política com relação ao Mantega é a seguinte, se ele é a favor eu sou contra. É lógico que isso pode ser flexibilizado eventualmente, mas com raras exceções. Com relação a essa nova invenção, sigo o padrão.

sábado, 27 de novembro de 2010

Mais uma fora

Ao contrário de minhas previsões, Palocci voltou à ribalta política. É verdade que não eleito, mas o poder é provavelmente maior do que se fosse.
O posto é o ideal para ele, não há um dos dos últimos ocupantes que não esteja envolvido em um escândalo.
Vejamos quanto tempo dura lá.
E, por favor, dá próxima vez que eu quiser dar uma de adivinho, mande-me calar a boca. Eu não acerto uma mesmo.